Pedro Meireles era obviamente um homem feliz na chegada ao Pavilhão Multiusos de Guimarães, falando por breves minutos aos jornalistas antes de arrancar para a cerimónia do pódio no emblemático Largo do Toural, no centro histórico da cidade: “Quando vi aquela pequena desvantagem para o Ricardo (Moura) ainda cheguei a pensar no campeonato mas dei tudo na última especial e consegui. Foi dos ralis mais disputados dos últimos anos e tanto o Ricardo, como o João (Barros) e o Zé Pedro (Fontes) tornaram tudo mais interessante. Isto mostra que a nossa vitória em Fafe não foi por acaso. Quando meto o capacete é sempre para tentar ganhar”, afirmou o vimaranense, naturalmente muito saudado pelos elementos da sua equipa.
A diferença de 0,3s para Ricardo Moura entra para a História como a mais curta margem de vitória no Campeonato Nacional de Ralis, reeditando aquilo que aconteceu no Rali da Nova Zelândia do WRC em 2007, na altura com vitória de Marcus Grönholm sobre Sébastien Loeb.









