Terminado o primeiro dia de prova, Ricardo Moura lidera entre os portugueses e os concorrentes que quiseram optar pelo Vodafone Rali de Portugal como prova ‘joker’ para o CPR. O açoriano entreteve-se grande parte do dia numa interessante luta com Bruno Magalhães antes do piloto do Peugeot 207 S2000 ser obrigado a abandonar devido a um problema com o alternador do carro francês. Para Moura, “o dia correu muito bem pois não cometemos erros, o Lancer não teve qualquer problema e andámos depressa, estando ainda à frente entre os carros de Produção, incluindo alguns R4. A luta com o Bruno estava a ser engraçada, mas teria sido difícil que o nosso carro aguentasse o ritmo que estávamos a impor se tivessemos que manter a cadência.”
Na segunda posição entre os portugueses encontra-se agora (após a desistência de Bruno Magalhães), Pedro Meireles que afirmou à chegada ao Estádio Algarve que “continuámos o processo de aprendizagem do Fabia S2000 e fomos evoluindo ao longo do dia, melhorando bastante nas segundas passagens”. Mas, ainda assim, isso não impede Meireles de estar a 1m00,8s de Ricardo Moura.
Com uma diferença substancialmente (ainda) maior do líder está Miguel J. Barbosa que se viu prejudicado ao longo de todo o dia por uma aposta errada no composto dos pneus uma vez que “optámos por pneus macios, numa aposta que sabiamos arriscada e que acabou mesmo por não sortir o o efeito desejado””.
Como melhor representante nacional entre os carros de duas rodas motrizes, Diogo Gago teve que resolver alguns problemas de motor mas à chegada da dura etapa, colocou o Citroën C2 R2 Max na quarta melhor posição entre os portugueses, à frente do Mitsubishi Lancer Evo X de Francisco Teixeira que também não escapou a algumas dificuldades, nomeadamente, ao nível do escape, do depósito de combustível e até de dois furos que teve que ultrapassar já na última ligação para o Algarve.
A Faro já não chegaram neste primeiro dia os Mitsubishi Lancer Evo X de Paulo Freire e João Fernando Ramos.








