Embora não esteja diretamente inserida no Open de Ralis, a recém-criada Taça Nacional de Ralis que acompanha o Campeonato de Portugal de Ralis 2L/2RM pode ter repercussões diretas no número de concorrentes do Open, ‘roubando-lhes’ interessados. Esta, no entanto, não é a opinião de Luiz Pinto de Freitas, Presidente da FPAK, que considera que “esta nova Taça constituída pelas seis provas do CPR2 (Torrié, Serras de Fafe, Vila Verde, Mortágua, Casinos do Algarve) não irá ter reflexos tão diretos no Open como se possa pensar pois não me parece que vá ser muito concorrida”. Na nova Taça Nacional de Ralis, que se estreará na prova do Targa Clube, pretende-se, ainda segundo o mesmo responsável federativo, “aumentar o número de concorrentes nas provas de CPR e CPR2, dando, de alguma maneira, a possibilidade de juntar os carros do CPR e do Open no mesmo rali, algo que muita gente defendia. Por outro lado, CPR2 e a nova Taça terão pontuações separadas (os concorrentes da Taça não pontuarão para o CPR2 e os VSH do Open não interferirão nas contas do CPR2)”.
Importante é também reter que como muitos dos ralis da Taça serão coincidentes com campeonatos regionais e como Taça e Regionais tem obrigações regulamentares diferentes em termos de quilometragens de prova, os concorrentes poderão participar na prova do Regional e, finda esta, prosseguir no mesmo rali para efeitos de Taça.
Se a Taça irá realmente permitir reavivar o principal escalão dos ralis nacionais sem prejudicar o Open de Ralis, isso, só talvez, a meio do ano se consiga ter uma ideia mais concreta.










