Com estreia prevista para o Rali de Monte Carlo, onde vai defrontar uma aramada de WRCs já ‘feitos’, Ford Fiesta RS WRC, Mini John Cooper Works WRC e Citroen DS3 WRC, o novo Polo é ‘apontado’ para a quarta prova do Mundial: “Temos que esperar pelo Rali de Portugal para julgar o nível competitivo do nosso carro. Partimos do zero, tudo foi feito dentro da Volkswagen e os erros podem vir ao cimo. Na segunda metade da época queremos estar nos pódios, mas não devido ao azar de outros.”, referiu Jost Capito, talvez demasiado modesto para o poderio que tem em mãos.
Resta saber se é cautela, pois até o Polo R WRC se defrontar com os seus adversários diretos, ninguém saberá exatamente onde se posiciona o carro. No Rali de Monte Carlo, a experiência e as escolhas acertadas de pneus têm um papel preponderante, caso a prova se desenrole, como habitualmente com condições variáveis de piso. Na Suécia também não é possível ter certezas devido à especificidade do evento, o mesmo sucedendo no Rali do México, graças à altitude. Para além das diferentes provas, são três meses e meio a mais de experiência com o carro, e daí Jost Capito ter referido o Rali de Portugal, que historicamente, quase sempre foi a primeira prova onde a correlação de forças do Mundial de Ralis se pode ‘certificar’ com mais segurança. Desde que, claro está, o evento não se desenrole nas mesmas condições que este ano, com muita chuva e lama…








