Os dois ‘segundas linhas’ da Ford e Citoren, respectivamente, Mikko Hirvonen e Daniel Sordo, tiveram prestações bem distintas, com um único ponto em comum: Nunca conseguiram sair da sombra dos dois “heróis” neo-zelandeses.
Para Mikko Hirvonen, uma escolha errada de pneus, ainda na primeira etapa, hipotecou todas as suas possibilidades de suportar o ritmo dos homens da frente, pelo que, na sua habitual inteligente gestão estratégica, cedo se conformou com o último lugar do pódio (pela sexta vez este ano), voltando a mostrar porque é mais útil à Ford do que Daniel Sordo à Citroen, no “braço de ferro” que os dois construtores travam ao nível do campeonato de Marcas.
O espanhol não foi, desta feita, além do sexto lugar, depois de um prestação pouco convincente, onde marcou na folha de ocorrências um pião como único problema e, portanto, sem ter experimentado qualquer adversidade mecânica. Se o espanhol não der algumas alegrias à sua equipa nos próximos dois ralis, certamente que o seu futuro poderá começar a ficar com algumas nuvens negras…pois tarda em confirmar as boas indicações dadas nos últimos dois anos.









