«Cautela e caldos de galinha!…» A longevidade de Guy Fréquelin no desporto automóvel não o deixa embandeirar em arco relativamente à forte possibilidade de Sébastien Loeb se sagrar, pela quarta vez, campeão Mundial de Ralis.
O exemplo mais recente é o de Kimi Raikkonen, no Mundial de Fórmula 1 deste ano, quando foi para a última prova com sete pontos de desvantagem para o líder, Lewis Hamilton e três para o vice-líder, Fernando Alonso, e, ainda assim, foi campeão. Por isso, Fréquelin sabe que tudo pode ainda acontecer, especialmente numa prova traiçoeira como o Rali da Grã-Bretanha:
«Não me canso de repetir, desde a minha chegada à liderança da Citroën Sport, há 19 anos, que o rali é sem dúvida a competição automóvel mais imprevisível de todas. Não é por ser a minha última prova como director desportivo da Marca que vou alterar o meu discurso. Sobretudo tendo em conta que o título de pilotos 2007 estará em jogo no Rali da Grã-Bretanha! Os habituais imprevistos inerentes à mecânica ou a erros de pilotagem serão ainda mais pronunciados durante esta prova. As suas condições extremas podem rapidamente tornar o rali muito complexo. Temos grandes possibilidades e sei que estamos todos muito motivados, mas não deixo também de ter alguma prudência…”










