Regresso ao passado! A FPAK decidiu este ano juntar os Campeonatos FPAK de Ralis Norte, Centro e Sul numa única competição, que passa a ser denominada Campeonato de Ralis FPAK. Desta forma, recupera-se uma ‘fórmula’ de sucesso, o Open de Ralis, que tantas saudades deixou no seio dos pilotos de ralis. Nesse tempo, o que se pode considerar a 2ª divisão dos ralis nacionais teve inúmeros eventos com um leque de inscritos e competitividade de encher o olho.
Nesse tempo, Vítor Pascoal ainda andava pelo campeonato principal, mas hoje em dia é um dos cabeças de cartaz dos campeonatos FPAK, e sobre esta questão, depois de ter confirmado a presença no Campeonato de Ralis GT (uma competição que se vai dividir entre os campeonatos principal e secundário), deu uma perspetiva bastante curiosa relativamente ao que podem ser os ralis em Portugal este ano: “Acho que foi uma decisão acertada porque até aqui não havia um segundo campeonato e agora passamos a ter essa possibilidade – vamos chamar-lhe uma segunda liga.”
Para o piloto, o Campeonato de Ralis FPAK poderá bem vir a ser o destino de muitos pilotos que atualmente militam no Campeonato Nacional de Ralis. “É uma solução para a qual não é preciso um orçamento tão grande como atualmente para o CNR. A competição poderá ter cerca de 15 bons carros, mas muitos outros, podem rumar ao novo campeonato. Eu vou de Porsche 997 GT3 disputar o Campeonato de Ralis GT mas, se não fosse, questionaria se não seria melhor montar um projeto válido para o Campeonato de Ralis FPAK, que acho que é o melhor para quem tiver um Mitsubishi, por exemplo. Porque o que é que esses pilotos vão fazer para o nacional? Acho que nada. Ninguém lhes vai dar visibilidade, a começar pela comunicação social. As pessoas só irão ligar a meia dúzia de R5 e todos os outros projetos não vão suscitar interesse. Por isso acredito que toda a gente vai reencaminhar esses projetos para o Campeonato de Ralis FPAK.”









