Se olharmos para os resultados do passado recente no Rali Vinho Madeira, pode daí extrair algumas tendências, que nunca dirão tudo (há muita coisa nova, e até trocas de ‘montada’ várias), mas podem ‘dizer’ alguma coisa. Recuando três anos, em 2017 Alexandre Camacho (Peugeot 208 T16), terminou a prova 15.6s na frente de Giandomenico Basso (Hyundai i20 R5). O madeirense repetiu a vitória em 2018, desta feita com um Skoda Fabia R5, terminando 39.1s na frente de Miguel Nunes (Citroën DS3 R5). Como não há duas sem três, Camacho voltou a vencer em 2019, novamente com o Skoda Fabia R5, batendo Pepe Lopez (Citroen C3 R5) por 40.3s. Mas este ano tem um Citroën C3 R5 que conhece mal. E Pepe Lopez já conhece melhor a prova madeirense.
Quanto ao CPR, aí a luta deve ser bem mais aberta, pois há pilotos que precisam de dar tudo o que têm e não têm, Zé Pedro Fontes, pilotos a quem a Madeira costuma correr bem, Bruno Magalhães, pilotos que trabalharam imenso para fazer um grande resultado na Madeira, Ricardo Teodósio e finalmente o piloto que ganhou tudo o que havia para ganahr até aqui: Armindo Araújo.
Veja como foram os três pódios. 2019: 1º Alexandre Camacho, 2º Pepe Lopez, 3º Bruno Magalhães. 2018: 1º alexandre Camacho, 2º Miguel Nunes, 3º Zé Pedro Fontes. 2017: 1º Alexandre Camacho, 2º Giandomenico Basso, 3º João Silva.
No CPR, em 2017 venceu Miguel Barbosa, menos de um minuto na frente de Carlos Vieira, em 2018 o triunfo foi para José Pedro Fontes (Citroën C3 R5), 1m20s na frente de Ricardo Teodósio (Skoda Fabia R5) com João Barros (Ford Fiesta R5) em terceiro 23.3s mais atrás. No ano passado o triunfo foi para Bruno Magalhães (Hyundai i20 R5), 34.3s na frente de José Pedro Fontes (Citroën C3 R5). Três anos, três vencedores diferentes.
2019: 1º Bruno Magalhaes, 2º Zé Pedro Fontes, 2º Armindo Araújo. 2018: 1º Sé Pedro Fontes, 2º Ricardo Teodósio, 3º João Barros. 2017: 1º Miguel Barbosa, 2º Carlos Vieira, 3º Paulo Moreira.








