Sendo verdade que há quatro candidatos ao título (em termos realistas, que não matemáticos) a verdade é que há outros protagonistas que podem obter bons resultados no Rali do Alto Tâmega. À cabeça, Pedro Meireles e Mário Castro (Volkswagen Polo GTI R5) que já não estão na luta pelo título, mas são, claramente uma dupla que pode ter uma interferência muito significativa nas contas da competição, pois têm carro e andamento para bons resultados, neste caso até bem mais que apenas um top 5, e com isso ‘roubar’ pontos a outros que também precisam deles.
Depois do abandono de Fafe, devido a um problema mecânico no VW Polo GTI R5, em Castelo Branco voltaram a não ter ritmo para os homens da frente, mas posicionaram-se foram claramente como os melhores dos ‘outros’. Na Madeira, foram quintos do CPR, e ainda pressionaram Teodósio na luta pelo quarto posto. Serão sempre ‘outsiders’ nas lutas da frente, mas nunca é de descurar, pelo menos, um pódio.
Outra das duplas a considerar seriamente na luta pelo lugares da frente são João Barros e Jorge Henriques, que, cada vez melhor adaptados ao Citroën C3 R5. Ainda agora venceram em Mesão Frio, num bom teste para este rali.
Para lá destas duplas, há ainda um conjunto de equipas com potencial para os lugares cimeiros, acima de todos, Miguel Correia e António Costa, que com o Skoda Fabia R5 evo, exceção feita ao contratempo mecânico na Madeira, têm andado entre o quinto e sexto lugares.
Manuel Castro e Ricardo Cunha (Skoda Fabia R5) conseguiram até aqui um sexto (Fafe) e sétimo (Castelo Branco), António Dias dois sétimos lugares, em Fafe e na Madeira, Gil Antunes e Diogo Correia vão continuar a aprender o Dacia Sandero R4, Paulo Neto e Vitor Hugo estão cada vez mais adaptados ao seu novo Skoda Fabia R5.











