O Presidente do Clube Aventura do Minho (CAMI), Nuno Loureiro, fez um balanço positivo da sua prova: “Não podíamos terminar da melhor forma. Terminámos de forma excecional. Já tinha dito e repito, e tenho dito isto várias vezes, não foi o rali que nós queríamos mas o rali que nós pudemos oferecer. O grande incidente que tivemos aqui foi a COVID-19, que é uma pandemia que atravessa o mundo inteiro e afeta toda a humanidade, mas estou convencido que para o ano, sim, vamos poder oferecer às pessoas o rali que nós queremos, e que de facto o Alto Tâmega merece”, começou por dizer Nuno Loureiro, consciente das dificuldades que teve para levar em frente a ‘sua’ prova, tendo em conta todas as condicionantes impostas pelas autoridades sanitárias para a realização de provas deste tipo.
O Rali do Alto Tâmega foi afetado por um acidente na PE2, em que se pode dizer que tudo está bem quando acaba bem, mas que não deixou de assustar: “Julgo que o acidente não beliscou em nada a prova. Aliás, eu não chamaria acidente, mas sim incidente, o grande acidente que tivemos é a COVID-19. Claro que o acidente podia ter sido mais grave, mas também podia ter sido outra coisa diferente e ser mais grave. Os ‘se’, na minha vida pessoal e profissional não me dizem grande coisa. De acordo com os factos que aconteceram, resultaram três feridos ligeiros, já estão todos em casa e bem de saúde, felizmente para nós e nada mais há a acrescentar. São acidentes das corridas, o desporto automóvel é assim”, disse relativamente ao acidente.
Relativamente ao futuro da prova, Nuno Loureiro garante que os responsáveis das Câmaras Municipais gostaram do que viram… e querem mais: “Foi muito bom, excecional, querem consolidar cada vez mais o Rali do Alto Tâmega, e julgo que para o ano vamos ter aqui um grande rali”, concluiu.









