Como se não bastasse a polémica lei portuguesa que tarda em ser mudada, tal como já aconteceu por toda a União Europeia, em que um piloto estrangeiro deve poder ser nomeado Campeão de um País que não é natural, o Rali que marcou o desfecho do Campeonato de Portugal de Ralis, o Vidreiro/Marinha Grande teve polémica de sobra.
Kris Meeke e Ricardo Teodósio foram penalizados depois das duplas do Team Hyundai Portugal terem falhado uma marcação de pneus no arranque do rali, depois de ter sido público um aditamento que alterava a zona de marcação de pneus. O Colégio de Comissários Desportivos penalizaram-nos em 75 segundos o que fez Kris Meeke/Stuart Loudon (Hyundai I20 Rally2) e Ricardo Teodósio/José Teixeira (Hyundai I20 Rally2) caírem, respetivamente, para 5º (Meeke) e 9º Teodósio. O irlandês, teve de acelerar para tentar chegar à posição que precisava para vencer o campeonato, e assim foi, conseguiu-o e foi Campeão. Ou não, segundo a lei portuguesa.
Seja como for, para nós foi, merece elogios. Quem não os merece são as entidades que permitem que esta lei se mantenha ativa. Estamos perto de entrar em 2025, e se houver dois pilotos estrangeiros de topo a lutar pelo Campeonato, vamos dar sequência à vergonha que é chegarmos ao fim do ano e não lhes podermos chamar Campeões? Pelo menos, a FPAK não pode, mas nós iremos sempre chamar Campeões aos que tiverem mais pontos…










