Depois de em Fafe se ter adaptado bem ao Skoda Fabia R5 e lutado pelo triunfo no asfalto de Castelo Branco as coisas foram mais complicadas para Miguel Campos, que precisava de mais quilómetros de testes com o Skoda Fabia R5 de modo a que pudesse atenuar a margem que tinha à partida para os seus principais adversários, que não só conhecem bem os seus carros, como já tinham afinações base para esta prova.
Miguel Campos e Carlos Magalhães concentraram-se em evoluir o carro checo sem descurar o resultado final. “Estou satisfeito com a nossa prestação. Antes da prova, fizemos um breve teste mas não tínhamos termo de comparação com a concorrência. Sentimos que os nossos adversários estão num patamar de evolução acima e trabalhámos ao longo de toda a prova no sentido de melhorar. Fizemos várias alterações de afinações e reunimos informações importantes para sermos mais competitivos nas próximas jornadas de asfalto”, explicou Miguel Campos.
No Rali de Castelo Branco, a equipa do Skoda Fabia R5 com as cores da Porminho sentiu maiores dificuldades nas zonas encadeadas. “O carro revelou-se subvirador nestas seções e isso fez-nos perder tempo. Mas com as mudanças realizadas, em especial no segundo dia de competição, percebemos qual o caminho a seguir”, explicou o piloto famalicense.









