Luís Dias, Diretor do Rali de Castelo Branco, ficou contente com o desenrolar da prova, mas a verdade é que o caminho mais difícil foi até ‘ela’ começar: “O rali correu bem, mas enfrentámos uma série de dificuldades para colocar esta prova na estrada. Devido a esta terrível pandemia que nos tem afetado, tivemos dificuldades em ter certezas de que podíamos arrancar com a prova. Tivemos de pedir muitas licenças, alvarás, pareceres de várias entidades, que estavam com algumas dúvidas quanto à viabilidade da prova. Mas tivemos a confiança da nossa federação, da DGS e, embora as respostas afirmativas tenham sido dadas um pouco em cima da hora, colocámos a prova na estrada e foi concluída com sucesso. As pessoas portaram-se muito bem, cumpriram com as normas de higiene e segurança que esta pandemia exige e creio que este foi um grande regresso dos ralis e do motorsport”, disse Luís Dias, a quem vimos durante dois dias quase não parar um minuto. É com paixão assim que os desportos motorizados conseguem estar a mexer…












Eu bem disse antes do rali arrancar, uma semana antes, que bastava o civismo vir ao de cimo que tudo se resolve. Não é bem como antes mas até ficaram bem patentes que ver os ralis como antigamente (anos 80) tendo as cautelas com a segurança da atualidade (últimos anos) dá vida às provas. Foi possível ver público ao longo das classificativas e isso penso que é importante. Toda a equipa da Escuderia e restantes entidades que trabalharam nesta edição, em especial, estão de parabéns. Claro que há sempre aspetos a melhorar mas isso fica para o ano. PARABÉNS ESCUDERIA,… Ler mais »