Bruno Magalhães e Carlos Magalhães (Hyundai i20 R5) são terceiros classificados do CPR, a 28.1s da frente, após os três troços da manhã, mas quando ler o que disse o piloto ao AutoSport, só pode concluir que está a fazer das tripas coração para estar classificado onde está. Quase sempre, medimos as provas pelos números, mas por vezes a história vai muito para lá disso. E este é um desses casos: “A manhã foi muito má para nós, tivemos muitos problemas. Os tempos intermédios foram sempre muito bons, ao ritmo dos melhores do CPR, mas tivemos várias contingência. Na Lousã, o carro foi abaixo num gancho (ndr, curiosamente o mesmo sucedeu a Dani Sordo e Ott Tanak no troço da Lousã) tivemos cerca de 15 segundos parados pois o motor não voltava a trabalhar, depois, como se não bastasse, partimos a barra estabilizadora traseira, também nesse troço, reparámos, fomos para o segundo, Góis, voltou a partir a barra estabilizadora, e tivemos um problema com a pressão da gasolina, fomos cerca de um quilómetro em três cilindros. Por fim, em Arganil, os apoios da barra estabilizadora voltaram a ceder, e dessa forma torna-se muito difícil guiar o carro. Está a ser muito difícil”, disse Bruno Magalhães ao AutoSport.










