Depois da estreia nos famosos troços açorianos, Miguel Correia regressou às provas no continente e descobriu o duro Rali de Mortágua, terceira prova do Campeonato de Portugal de Ralis. O jovem piloto navegado por Pedro Alves levou o Renault Clio R3 ao 2º lugar entre os RC3 e ao 4º posto nos 2 Rodas Motrizes nacionais.
Numa época de descoberta e aprendizagem, Miguel Correia teve mais um momento altamente formativo ao conseguir superar o desafio do Rali de Mortágua, um dos mais duros ralis de terra do Campeonato de Portugal. O jovem piloto de Braga, que disputava apenas o quarto rali da sua vida, manteve sempre a concentração, evitou erros e soube gerir os momentos de ataque e de contenção, a pensar na mecânica do Renault Clio R3.
“Depois do azar que tivemos nos Açores, era importante chegar ao fim do rali e pontuar. De facto este rali é muito duro e proporcionou-nos uma grande experiência de gestão da prova e da mecânica do carro. O único verdadeiro percalço foi um susto no troço mais longo da manhã de sábado (Felgueira, com 17,9 kms), quando os travões sobreaqueceram e deixaram de responder numa zona de redução forte. Tive de compensar com a caixa mas os ralis são mesmo assim, é com estes improvisos que se aprende. O balanço global é muito positivo, até porque acumulámos pontos importantes para o campeonato”, apontou Miguel Correia
O próximo desafio do piloto é a famosa Rampa Internacional da Falperra, na sua cidade-natal. A prova bracarense disputa-se entre os próximos dias 11 e 13 de maio.










