A não ser que tenhamos pela frente alguma surpresa, Kris Meeke/James Fulton (Hyundai I20 Rally2) deverão manter-se na frente do Rali de Castelo Branco, mas logo atrás, há uma luta que envolve quatro equipas,
Ricardo Teodósio/José Teixeira (Hyundai I20 Rally2), Bernardo Sousa/José Janela (Citroen C3 Rally2),
Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia Rs Rally2) e José Pedro Fontes/Inês Ponte (Citroen C3 Rally2), que estão separados por 11.2s, pelo que hoje durante todo o dia tudo pode acontecer nestas lutas diretas, sendo perfeitamente incerto o que irá acontecer.
Já mais afastados estão Miguel Correia/Jorge Carvalho (Skoda Fabia Rally2 evo), depois do furo, e um menor andamento nos troços seguintes, pelo que o líder do campeonato já está a 18.2s do quinto lugar de José Pedro Fontes e vai tentar chegar mais à frente de modo a limitar as perdas que se perspetivam no campeonato onde, lembre-se, tem um vantagem de 20 pontos sobre Ricardo Teodósio e bastante mais face à restante concorrência.
Ontem, uma boa surpresa foi Bernardo Sousa (4º), que como ele próprio recordava não fizera este rali em 2022, ao contrário dos seus adversários (exceção feita a Meeke) e apenas podia estar satisfeito pelo desempenho.
O mesmo não dizia José Pedro Fontes: “Os tempos não ‘saem’ e só me resta, a partir de agora, tentar melhorar”, confessa o piloto do Citroen C3 Rally2, mas ninguém teve pior sorte nas duas primeiras classificativas do que o líder do CPR, Miguel Correia. Logo a abrir sofreu um furo, perdendo 15 segundos para Ricardo Teodósio, e na “especial” seguinte um barulho intenso no momento de cada travagem levou-o a levantar o pé, por cautela, e a ceder mais uma dezena de segundos. “São coisas que acontecem nos ralis, mas nada está perdido. A prova é longa e tentarei o melhor resultado possível a pensar no CPR”, dizia o piloto de Braga.









