Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia RS Rally2) saíram de estrada na primeira passagem por Chaves, e está terminada a luta com Kris Meeke/Stuart Loudon (Hyundai I20 Rally2). O troço foi interrompido, os concorrentes a seguir terminaram com tempos muito altos pelo que tal como sucedeu na PEC5, com a saída de estrada de Ernesto Cunha, o Diretor de Prova e o CCD têm muitos tempos nominais para atribuir. É uma pena, a luta estava a ser boa, mas como se calcula, Armindo Araújo só poderia andar perto de Kris Meeke se andasse no seu máximo, e nessas condições a exposição ao risco é muito maior.
A dupla está bem em termos físicos, mas com o abandono de Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda Fabia RS Rally2), os dois Hyundai vão ficar isolados na frente, separados por qualquer coisa à volta de 25 segundos, isto quando ficam a faltar os três troços da tarde.
Neste contexto, no campeonato, Kris Meeke, se terminar onde está, sai de Chaves pelo menos com 157 pontos, Armindo Araújo com os mesmos 139 que tem, mesmo ‘descontando’ já os 10 que o irlandês deve ‘atirar fora’ ainda sobram oito pontos para Armindo Araújo tentar recuperar no Vidreiro. O campeonato não fica resolvido já, mas fica agora perfeitamente bem encaminhado para Kris Meeke se sagrar vencedor do Campeonato de Portugal de Ralis. Vencedor, porque Campeão de Portugal de Ralis não pode ser porque é estrangeiro. E enquanto a lei não mudar, continuará a ser assim.
Vamos ver como termina a prova, pois só no fim se podem fazer as contas ‘reais’ dos pontos, porque nesta altura ainda são prematuras, pois ainda estamos a três classificativas do fim do rali. Agora, com as interrupções, vai demorar um bocado até haver resultados da prova.










