Paulo Roque e Tiago Teixeira chegaram ao primeiro rali de asfalto do CPR motivados pelo 4.º lugar obtido no Vodafone Rally de Portugal. Contudo, como rapidamente perceberam durante os reconhecimentos, o Rali de Castelo Branco é uma prova com médias de velocidade altíssimas, onde até os pilotos mais experientes têm dificuldade em andar no limite.
A descobrir a prova albicastrense, na sua primeira época entre a elite dos ralis nacionais, Paulo Roque acabou por cometer um ligeiro erro na PE3, na manhã de sábado, sofrendo um toque que danificou o Peugeot 208 Rally4. Regressado à prova em Super Rally, o piloto gondomarense deu nas vistas na primeira passagem pela Super Especial Reconquista, no sábado à noite, onde conseguiu um dos melhores tempos dos 2 Rodas Motrizes.
No domingo, Paulo Roque concentrou-se em aprender ao máximo os troços de Castelo Branco e completar a sua primeira prova de asfalto.
“Foi um rali difícil, sobretudo pelas velocidades que atingimos, pois em alguns sítios rodamos a mais de 180 km/h”, revelou o piloto e fundador da ROQ Motorsport. “Claro que isto exige alguma confiança e experiência, algo que nesta fase ainda não temos. Demos um toque num local traiçoeiro, onde outros pilotos também saíram, mas é um erro que eu assumo completamente. São ‘dores de crescimento’ próprias de quem está a evoluir. Vamos tentar regressar aos pontos e aos bons resultados na próxima prova, no Alto Tâmega”,afirmou.











