Depois de ter realizado três provas em 2024, Aboboreira, Lisboa e Madeira, todas com navegadores diferentes, Paulo Caldeira regressou em Fafe, agora com Carlos Magalhães ao lado, logo numa prova muito complicada, com um enorme temporal a tornar os troços muito mais difíceis do que habitualmente. Ainda assim, foram sempre melhorando o andamento ao longo da prova, terminando em 12º do CPR: “Foi um rali muito duro e sempre bem regado com muita chuva. Entrámos com um andamento cauteloso e depois penso que fomos evoluindo, nunca entrando em excessos. Vamos tentar aprender com as indicações que tivemos durante toda a prova”, referiu Paulo Caldeira.










