A polémica da saída do Vodafone Rali de Portugal do calendário do CNR continua a dar que falar e depois de Manuel Mello Breyner ter explicado que uma das razões por que a prova foi preterida em relação ao SATA/Rali Açores foi o facto de “os espectadores no Rali de Portugal terem de esperar cerca de duas horas para ver os nossos pilotos” e não ser aceitável que “depois dos investimentos feitos pelas principais equipas portuguesas do CNR nos carros R5, eles façam o rali após os RC1 , RC2, RC3 e demais troféus FIA”, Carlos Barbosa, presidente do ACP, reagiu.
Dando também resposta a uma citação de Manuel Mello Breyner que dizia que “por variadíssimas vezes abordamos o Rali de Portugal para o sensibilizar para este assunto, mas sem sucesso”, Barbosa referiu que “no último Conselho Mundial, no Qatar, eu e o Mário Martins da Silva, presidente do ACP Motorsport, falámos com o presidente da FPAK e garantimos-lhe que as oito primeiras equipas portuguesas saíriam para a estrada a seguir aos WRC, pelo que o argumento usado não é válido”.
Para Carlos Barbosa “o Vodafone Rali de Portugal só saiu do calendário do Nacional porque a FPAK tinha que agradar à Eurosport Events depois de ter conseguido o WTCC em Vila Real e assim manter uma lista maior no Rali dos Açores”.






