A primeira etapa do Rali Barum, a oitava jornada do ERC, realizada na República Checa foi madrasta para Bruno Magalhães e Carlos Magalhães que terminaram o primeiro dia de prova apenas na 12ª posição, com diversos problemas no Peugeot 208 T16.
Para além de não conseguirem desde logo uma afinação ideal, o piloto do carro francês experimentou diversos contratempos que o foram atrasando na classificação. Tudo começou com uma ligeira saída de estrada e terminou com a caixa do Peugeot encravada em quinta velocidade, o que fez com que fosse difícil ao piloto lisboeta negociar os ganchos e as curvas mais lentas na parte final da etapa.
Magalhães terminou o dia então dois lugares acima do Top 10 (e como o único Peugeot 208 T16 sobrevivente) mas a 30,2s do Skoda Fabia S2000 de Anton Tlustak e com uma margem de 20,0s para o lider da Produção, Martin Brezik (Mitsubishi Lancer Evo IX).
Na frente do rali, Vaclav Pech conseguiu impor o seu MINI JCW S2000 desde a quinta especial, cavando um fosso de 54,1s para o Skoda Fabia S2000 de Sepp Wiegand e de 1m12,7s para carro checo de Tomas Kostka. De trás para a frente tem vindo Kajetan Kajetanowicz que instalou o Ford Fiesta R5 na quarta posição, enquanto Roman Odlozilik (que chegou a lutar com Bruno Magalhães pela 10º posição) se fixou no quinto posto.
A primeira etapa ficou marcada por inúmeras desistências, nomeadamente a dos dois Peugeot 208 T16 oficiais de Keving Abbring (quando liderava) e de Craig Breen, mas também a de Roman Kresta (que também passou pela liderança na quarta especial) e Esappeka Lappi.
A outra dupla portuguesa presente no Rali do Barum, Renato Pita e Hugo Magalhães, ainda não terminou a prova, ocupando, a uma classificativa do final, a 45ª posição (19º entre os carros de duas rodas motrizes), com o Peugeot 208 R2.
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