A sexta especial do Rali Vinho Madeira mostrou bem as diferenças que existem entre os R5 bem pilotados e o Porsche de José Pedro Fontes, quando se trata de troços mais sinuosos, naquela que é uma mistura bem engraçada deste jogo do gato e do rato. Ou seja, quando os troços têm retas ou zonas onde o Porsche pode impor a sua potência, José Pedro Fontes ‘anda’, mas quando os troços são mais sinuosos, como foi o caso desta Referta, Bruno Magalhães mostra que a vantagem passa para o lado dos R5. Desta feita, o piloto do Peugeot aproveitou bem o conhecimento que tem desta especial e cravou dez segundos exatos a José Pedro Fontes, pelo que a liderança ‘virtual’ do rali mudou e é agora (já era na prática) de Bruno Magalhães, que passa a ter 7.4s de avanço para O homem do Porsche: “Correu bem fiz algumas alterações no carro que têm surtido efeito e andámos bem” , disse Magalhães.
Miguel Nunes teve algumas dificuldades com os pneus do seu Mitsubishi, pelo que Alexandre Camacho destacou-se um pouco na luta pelo melhor piloto do CRM, com o homem do Porsche a ter agora 8.2s de avanço e caso Camacho vença o campeonato madeirense fica relançado. Pedro Meireles terminou mais uma especial e está apenas a uma do seu objetivo. Miguel Campos continua com o carro a falhar “quanto mais encadeado é a especial mais difícil fica, pois temos uma falha no sensor que nos faz perder muito tempo nas curvas. Está a ser difícil detetar o problema, mas vamos ver o que podemos fazer. Já temos o rali estragado, mas veremos o que ainda conseguiremos fazer nas próximas classificativas”.








