Bernardo Sousa e Nuno Rodrigues da Silva não foram além do sétimo posto no Rali de França. No quadro de honra dos pilotos do SWRC, Bernardo soma 32 pontos em seis provas disputadas na classe S2000, num balanço que não satisfaz de todo o atual líder do Campeonato de Portugal de Ralis, muito menos a sétima posição em terras gaulesas.
“O sétimo lugar não é bom. Sabe a pouco, tanto mais quando nestes dois últimos dias do rali, realizamos tempos muito positivos, muito acima deste lugar que obtivemos na classe, mas os ralis são mesmo assim, com algumas contingências.”
Fala do percalço da sexta? “É obvio que não fosse o toque na sexta-feira e certamente estaríamos aqui a ter outro discurso. Seja como for, na minha opinião, este lugar não corresponde ao valor na nossa equipa. De qualquer das formas, nem tudo foi mau. Deu para conhecer muito mais o comportamento do carro neste tipo de piso, o que poderá ser muito importante para o futuro” começou por comentar a sua participação no final da nona prova pontuável para o WRC.
Hoje, a última etapa reservava apenas quatro especiais, duas das quais muito curtas com quatro quilómetros que não deu margem suficiente para galgar terreno. “Já sabíamos disso. Optamos para fazer mais algumas experiências no ajustamento do carro e rodar o máximo possível”, confidenciava.









