Bernardo Sousa: “Tenho noção que fiquei a dever um pouco à velocidade”
Bernardo Sousa encarou o Vodafone Rally de Portugal com grande expetativa já que se tratava da sua estreia no WRC2 esta época. Com um carro (Peugeot 208 T16), uma equipa (ACSM Team) e uns pneus novos (Hankook) o piloto tinha como objetivo conseguir uma rápida adaptação às três variáveis que estreava, mas acabou por não ir além do Dia 2, já não conseguindo colocar o Peugeot em Parque Fechado para regressar no sábado em Rally 2, depois de problemas de sobreaquecimento do motor.
Depois dos problemas, também no propulsor francês, que já tinha sentido no ‘Monday Test’, o piloto madeirense também não começou a prova da melhor forma, sentindo dificuldades com as afinações do Peugeot, antes do motor começar a exceder as temperaturas referência e sobreaquecer e ser aconselhado a não prosseguir no terceiro dia pois não havia garantias que o problema pudesse ser resolvido definitivamente.
Para Bernardo Sousa, “o facto dos pisos serem muito duros e a frente do Peugeot ser muito baixa e ter um desenho de entradas de ar muito largo faz com que a terra entre para os radiadores, num problema estrutural. Na sexta-feira, uma pedra afetou o radiador e a ventoinha de arrefecimento e nos troços foi sempre possível amenizar o problema com a velocidade de refrigeração do vento mas quando parei no último troço, repentinamente, a temperatura disparou e mesmo desligando logo o carro, o motor não ficou em boas condições”.
Em relação à sua performance, o português nunca conseguiu melhor que um 9º lugar no WRC2 (na Superespecial de Lousada), rodando entre a 9º e a 12ª posição, até começar a sentir problemas e cair para 17º antes de abandonar no último troço do Dia 2.
Em jeito de balanço, Bernardo Sousa, que, como habitualmente, teve ao seu lado Hugo Magalhães, afirmou que “tenho noção que fiquei a dever um pouco à velocidade porque não consegui encontrar a afinação certa para o carro no tipo de piso que encontrámos e depois tivemos o problema de motor. Dentro do carro o feeling que tinha era que o carro estava performante, mas depois os bons tempos não se confirmavam”.
Para o piloto da ACSM Team, “agora só nos resta preparar da melhor forma, o Rali da Sardenha para, com mais ritmo pensar, em melhores resultados”.
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