Bernardo Sousa volta a ser o único português com presença assegurada numa etapa do WRC2, no caso, o Rali da Sardenha onde em 2014 disputou os primeiros lugares.
Este ano, contudo, o facto de ter ainda poucos quilómetros de Mundial poderá afetar-lhe a performance, mas novamente ao volante do Peugeot 208 T16 da equipa espanhola ACSM, o madeirense partirá em busca de um bom resultado.
Nas suas palavras, “é um rali que tem um sabor agri-doce para mim porque o ano passado disputamos os lugares da frente e chegámos a estar em segundo, mas de sexta para sábado fui dormir e acordei em quinto! Sei que temos uma boa base de notas nos troços do ano passado, mas também sei que é um rali muito duro em que há muita estratégia de gerir o material, até porque não há assistências completas, com os troços a ficarem longe da base do rali (pelo que só podemos mudar as peças que levarmos dentro do carro, o que implica aumentar o peso, caso se aumente o número de peças a levar, tal como se opte por levar dois pneus suplentes em vez de um). Tudo junto faz com que haja muita estratégia em jogo. É um rali mais de sobrevivência do que de velocidade pura”.
Em relação ao 208 T16, o madeirense revela “alguma apreensão quanto à sua fiabilidade pois só nos foram prometidas melhorias a nível de motor para o Rali da Polónia”.
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