Depois de 30 horas de voo para chegar à a Auckland (com escalas em Londres e Hong Kong), Armindo Araújo e Miguel Ramalho tiveram dois dias para se adaptarem à diferença horária de 13 horas.
Um “jet lag” difícil de contrariar, mas que segundo o piloto «não deverá trazer problemas quando a prova se iniciar pois já deveremos estar totalmente ambientados ao fuso horário». Para a prova neo-zelandesa, o piloto português não fez nenhum trabalho físico específico de preparação, tendo cumprido o normal plano de actividades.
Segundo explicou ironicamente, «achei que não valia a pena levantar-me às quatro da manhã todos os dias para ir correr para combater antecipadamente o “jet lag”».







