No final da etapa, Armindo demonstrou confiança nas suas capacidades e na possibilidade de andar mais depressa, mesmo se esse não era o principal objetivo para este primeiro dia de prova em solo grego. “Foi-nos pedido que imprimíssemos um ritmo muito cauteloso para não comprometer a continuidade na prova. Temos literalmente levantado o pé em alguns sítios mais duros e, mesmo assim, não evitámos um toque numa pedra que se encontrava no meio da estrada no último troço. Partimos uma jante mas o barulho foi de tal forma ruidoso que pensamos ter partido um braço ou uma suspensão. Felizmente nada disso aconteceu e conseguimos chegar até à assistência”, começou por dizer o piloto luso.
“Estamos conscientes que podíamos andar um pouco mais mas não é isso que nos importa neste momento. O trabalho para a equipa sobrepõe-se nesta altura a qualquer resultado e vamos continuar a imprimir este ritmo pois temos a noção que se não o fizermos provavelmente ficamos fora. As classificativas estão muito duras e a juventude do MINI não permite ainda abordar as especiais de forma mais intensa. Está também muito calor e sentimos que isso tem também provocado alguns entraves na performance do motor. A motivação não diminuiu por termos perdido algum tempo e o que importa é olhar para a frente”, disse ainda Armindo Araújo na chegada a Loutraki.
A segunda etapa do Rali da Grécia será composta por sete especiais de classificação, num total de quase 150 quilómetros e com a particularidade de o dia terminar com a disputa de uma especial noturna.










