Basta olhar para os seus números dos últimos dois anos, onde venceu apenas dois ralis, contra os sete que tinha vencido nos dois anos imediatamente anteriores, e numa fase onde não tinha a mesma experiência que tem hoje em dia. Num desses anos foi mesmo capaz de levar a decisão do título mundial até ao último metro do último rali, contra Sébastien Loeb.
É verdade que Sébastien Ogier veio ocupar um espaço que Dani Sordo nunca conseguiu, com tendência ainda para melhorar, mas para Hirvonen e diferença não é grande. Não estava a conseguir bater Loeb, e agora passou também a não conseguir bater Ogier.
Por tudo isto, há muito se suspeita que Mikko Hirvonen perdeu a motivação e parece que apenas as Power Stages o revitalizam. Paralelamente, o incrível falhanço da Ford que permitiu à Citroën ganhar na Argentina também não ajudou o seu estado psicológico. De qualquer forma a sua regularidade permite-lhe não estar muito distante de Sébastien Loeb no Mundial, 17 pontos, e se é verdade que vem aí o Rali da Finlândia onde uma vitória sua é perfeitamente natural, mas a e verdade é que até ao final do ano só há mais dois ralis de terra (Austrália e Grã-Bretanha) e três de asfalto onde Loeb é Rei e senhor…










