Sébastien Loeb explicou publicamente que optou por mudar de ares para o Campeonato do Mundo de Ralicross porque não queria fazer um número reduzido de provas em 2016. O piloto francês revelou que “quando soube que não ia fazer parte da equipa da Citroën para o WTCC, reuni-me com o Bruno Famin para discutirmos um programa global com a Peugeot. Não queria fazer só uma ou duas provas, queria fazer uma época completa, e o ralicross era algo que eu queria experimentar”.
Loeb não tem grande experiência na disciplina, tendo apenas participado numa jornada do Campeonato Europeu em 2013 e nos X-Games, mas está entusiasmado com alguns aspetos do Mundial, como o apoio do público, a possibilidade de trabalhar com o seu amigo Kenneth Hansen, e a vontade de explorar os 550 cv num chassis equilibrado como é o caso do Peugeot 208 WRX.
Quanto ao tipo de corridas, “o World RX é diferente do WTCC e do WRC”. Mesmo se os circuitos não são iguais, o tipo de provas que conheceu no WTCC facilita-lhe a vida, pois “foi lá que descobri a importância de fazer bons arranques. Também aprendi a lutar com outros carros e a mexer-me num plantel grande”. Dos seus adversários, Loeb já competiu contra o campeão Petter Solberg, mas o francês explica que “como vou começar, todos vão ser adversários. Há muitos pilotos fortes contra mim”.











