Em 2015 o Caramulo Motorfestival celebrou a sua 10ª edição. O AutoSport aproveitou a ocasião e esteve à conversa com um dos responsáveis e fundador do Caramulo Motorfestival, Salvador Patrício Gouveia.
Segundo o próprio, este evento tem uma média anual de 30 mil visitantes por fim de semana, algo que se tem mantido ao longo destas edições e que se traduz por um “balanço muito positivo. Olhamos para trás dez anos e vemos que houve uma grande evolução, crescimento e afirmação do evento. Quando aparecemos no primeiro ano não havia nada sequer parecido com isto em Portugal, hoje vemos que há muitos eventos já deste género, percebe-se que é uma fórmula de sucesso que foi copiada”.
Salvador Patrício Gouveia explica que também fazem “outros eventos e lembro-me que normalmente temos um ano que é sempre duro e normalmente perdemos dinheiro, porque há uma curva grande de aprendizagem e cometem-se muitos erros. O Caramulo Motorfestival foi um sucesso instantâneo logo no primeiro ano. Claro que houve uma grande curva de aprendizagem do nosso lado e com isso conseguimos melhorar muito o evento e trazer muitas novidades e muitas coisas diferentes para o público e sentimos que ganhamos um grande respeito do ponto de vista do meio e com isso conseguimos trazer pilotos e participantes que engrandecem a festa e obviamente quem ganha com isso é o publico, o Caramulo e a economia local”.
“No início o evento era novo porque não era uma rampa, era um conjunto de eventos, mas por outro lado era o retornar de uma rampa que tinha acabado em 1992 e retomamos em 2006. (…) Na altura as rampas não estavam no seu auge e percebemos que a rampa não podia ser o epicentro do evento, sim uma parte dele. Por isso é que chamamos Caramulo Motorfestival e não rampa, para termos mais liberdade de ação”, finalizou.









