Para o piloto oficial da Citroen, tratou-se da segunda vitória na prova, onde conseguiu em seis participações também dois segundos lugares. Depois de ganhar a primeira manga, disputada com os Roc, o francês viu-se batido pelo piloto da F1 da Red Bull no segundo confronto, disputado com os KTM X-Bow, adiando a decisão final para um terceiro e decisivo “combate”. Mas aí, o francês, mais adaptado ao Roc, voltou a provar que não é à toa que se sagrou cinco vezes Campeão do Mundo de Ralis, e bateu de vez o seu adversário por uns, ainda assim, escassos 0,321s.
Depois de festejar com diversos “donuts” que animaram os espectadores, o francês referiu que “a vitória deixa-me muito satisfeito. O ano passado não tive oportunidade para estar presente devido ao nascimento da minha filha e este ano, no primeiro confronto nem comecei a prova muito bem, mas depois tudo acabou por correr melhor e consegui mesmo ganhar!”.
Por seu lado, David Coulthard, que jogando em casa gostaria de ter levado para além da recordação da homenagem que lhe foi feita lembrando a sua despedida da F1, também um triunfo na Corrida dos Campeões, acabou por ter que se contentar com o segundo lugar, algo que não considerou uma derrota. No seu entender, “perder para um piloto que é Penta Campeão e da craveira do Sébastien Loeb não é minimamente desprestigiante”.
De registar no seu caminho para a vitória, Loeb teve sempre a vida mais difícil do que Coulthard já que enquanto o francês teve que eliminar Yvan Muller (oitavos-de-final) e Sebastian Vettel (quartos-de-final), o escocês desembaraçou-se de Gareth MacHale (oitavos-de-final) e Tanner Foust (quartos-de-final).












