Optando por uma estratégia ultra-conservadora, Hamilton e a McLaren estiveram sempre no fio da navalha, andando entre o quarto e o sétimo lugar, pelo que bastava que alguma coisa corresse minimamente mal para que o título voltasse a escapar ao jovem piloto inglês. E foi isso exactamente que ia sucedendo.
Mantendo o quarto lugar no arranque, Hamilton foi dos últimos a trocar para pneus de seco, na 11ª volta, caindo para a sétima posição, com Fisichella e Trulli na sua frente. O pião do italiano da Toyota duas voltas mais tarde elevou-o ao sexto posto, que ainda não chegava pois Massa estava na frente e a ultrapassagem a Fisichella foi muito mais complicada do que se poderia esperar.
Fisichella dificultou
Durante seis voltas o veterano romano defendeu de forma galharda a sua posição, aproveitando o facto do piso estar molhado fora da trajectória ideal, mas na entrada da 18ª volta a superior velocidade de ponta do McLaren foi decisiva, permitindo a Hamilton subir à quinta posição que lhe daria ao título.
Daí para a frente as coisas foram-se compondo, pois Vettel até parou mais uma vez que os restantes e Hamilton defendia o quarto posto de forma tranquila até recomeçar a chover. Foi aí que a McLaren voltou a ser conservadora, mas Hamilton errou, permitiu a ultrapassagem e com os Toyota sempre com pneus para seco, só o aumento da chuva na última volta permitiu ao inglês chegar ao título.










