A Red Bull estreou hoje no traçado de Sochi o seu sistema de proteção para a cabeça dos pilotos. Denominado ‘Aeroscreen’, o conceito ‘rodou’ na primeira sessão de treinos livres do GP da Rússia e apresenta-se como mais elegante do que a solução anteriormente revelada pela Ferrari, caracterizando-se por uma superfície que combina vidro e fibra de carbono. A equipa de Milton Keynes divulgou ainda o vídeo do teste efetuado pela FIA ao sistema.
That’s a wrap for FP1 🇷🇺🏁 Daniel in P6 with a 1:39.650, while Dany takes P8 with a 1:40.218. #RussianGP#F1pic.twitter.com/1G8Svu4N2l
— Red Bull Racing (@redbullracing) April 29, 2016
Taking in the view. Our first shots of @danielricciardo and the Aeroscreen making its debut at #RussianGP. pic.twitter.com/go0zgjVyEW
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Christian Horner on Aeroscreen: “The brief was… something a bit more elegant and deals with the safety elements” pic.twitter.com/HK8chFMvx1
— Formula 1 (@F1) April 29, 2016
Just a few minutes until #FP1 – @redbullracing‘s new Aeroscreen is ready for action #RussianGP #F1 pic.twitter.com/5Jbm59qwNv
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Veja o vídeo:










Assim de repente é parecido com o Audo R10 do WEC.
eu acho que ao implementarem esta regra estao a descaracterizar a formula 1 , todos os desportos sao perigosos e Graças a Deus nao tem havido mortes na formula 1 devido a peças colidirem com os pilotos
Apenas Deus?!? O Pai Natal e o coelhinho da Páscoa não ajudam?
É preciso ser-se muito otário…
Não é obrigado a acreditar em Deus, mas respeitar quem acredita, ficar-lhe-ia bem.
A roda ainda acerta no capacete. Se a roda cair na vertical ainda esmaga a coluna do piloto, porque existe bastante espaço para a roda passar.
Acerta no capacete só na primeira experiência, se reparar bem depois nas imagens em slow-motion as marcas do pneu já lá estão naquela cabeça e o pneu não lhe toca, portanto essas imagens devem ser já de tentativas posteriores.
É virtualmente impossível que um objecto atinja o monolugar na vertical quando este está em movimento. Era necessário que o fizessem cair com uma precisão extrema – e ainda assim haveria certamente uma deslocação por força da turbulência criada pelo movimento do carro. Por exemplo, a roda do carro de Jack Clarke que atingiu Henry Surtees, no acidente mortal deste último, parece cair na vertical, mas atingiu o piloto, não no alto, mas na testa (melhor dito, imediatamente acima do visor).
Não vi nehum sistema de limpeza, se chover ou uma fuga de óleo do monolugar precedente, como vai o piloto ver? – Tira os cintos e vai lá com a mão limpar a 300 à hora?!!!
Excelente registo. Como será sem um sistema de limpeza. De qualquer forma ainda há muito trabalho a fazer
Só se tiverem uma película como a dos capacetes. Mas quem a tira?
Esteticamente, não choca, protege de algo que vier de frente, mas há ainda muito trabalho a fazer antes de ser implementado.
Para além dos pontos referidos pelo Seven, parece que os mecânicos têm mais dificuldade em apertar os cintos de segurança, o piloto tem dificuldade em ver umas luzinhas, não percebi bem quais, em suma, muito ainda para desenvolver, mas como ponto de partida, não está mal.
As luzes que eles têm dificuldade em ver são os semáforos usados durante os pit-stops, que as equipas usam para os pilotos saberem quando a mudança de pneus já terminou e poderem arrancar e que ficam por cima do carro, creio que o rebordo do Aeroscreen como é preto deve tapar a visão dos pilotos em relação a essas luzes. Pity creio que se confirma que o Luís Vasconcelos deixou de escrever para o Autosport, o nome dele deixou de figurar na lista dos colaboradores do jornal. É pena pois os seus artigos de F1 eram muito bons e os… Ler mais »
Obrigada pela explicação. Esse será, contudo, o problema mais fácil de resolver, nem que seja voltando ao “lolipop”. Quanto ao Luís Vasconcelos, também já vi que, nesta edição, já não consta o nome dele. É pena, de facto. Resta saber o porquê. Da outra vez, foi a falta de €€€, mas agora penso que não, se tiveram dinheiro para montar mais um jornal (Motosport), com consequente aumento do número de jornalistas, é porque as coisas, financeiramente, estão a correr melhor (e ainda bem). Não há insubstituíveis, mas o LV era certamente uma mais-valia para o Autosport. Espero que encontrem um… Ler mais »
Para quê ficar a meio? Qual é o problema em dar o próximo passo e re-desenhar os carros para incluir a cúpula completa? Há por aí tantos concepts de F1 com cúpula que são espectaculares e renovavam bem mais o interesse na F1… continuavam open wheel na mesma e teriam um design bem mais futurista. Querem-se passar por modernos/hi-tech em tecnologia, quando todos os anos pouco muda de aspecto (ou mudam para bem pior, como foi o caso dos “narizes”). Basicamente com esta meia-protecção deixa de ser propriamente “open cockpit”, passa a ser um “targa” mal enjorcado… portanto qual o… Ler mais »
Apesar de me custar a ideia de Fórmulas totalmente fechados, concordo com o seu ponto de vista, mas vou dar um pouco de advogada do diabo: faziam tudo de uma vez, e depois? Com o que é que se entretinham nos próximos anos? 🙂
Desculpe, mas não concordo a forma depreciativa como fala da tecnologia empregue na F1. Só o motor térmico obteve, em 2 anos, um avanço na capacidade de aproveitamento da energia contida no combustível superior ao que a indústria automóvel obteve num século. Além disso, esta vertente hi-tec é extensível a quase todas as competições FIA por cortesia do JT. É a melhor forma de atrair constructores. Não que eu seja a favor da presença oficial deles, mas é o que temos.
@GillesI Não é depreciativo da tecnologia, é sim do aspecto/design dos carros que raramente a acompanha e se vê evoluções significativas para um aspecto mais atractivo e moderno que coincida com o progresso que está por baixo. Se a F1 é teoricamente o desporto onde são empregues as mais recentes tecnologias de ponta, porque não fazer acompanhar os designs para algo que encha mais o olho ao espectador?… que, diga-se de passagem, é coisa que a F1 bem precisa. Naturalmente que o maior problema da F1 nos últimos tempos é alguma falta de competitividade/equilíbrio de andamentos para mais luta em… Ler mais »
fogo esta feio como tudo , nao entendo esta medida se alterarem na formula 1
fogo nao entendo esta medida , se colocarem esta “coisa” na f1 tbm deviam por nas outra formulas visto que tbm atigem velocidades mt grandes
“Se eles vão fazer isso, que fechem o habitáculo de vez”, atirou Hamilton durante a conferência de imprensa em Sochi, que recebe a quarta etapa da temporada. “Não façam as coisas pela metade. Ou fazem a sério, ou não façam. Esta coisa é horrível, parece a porcaria de um escudo de polícia antimotim”, desabafou.
Não acrescento mais nada, o Hamilton falou tudo o que penso… parece uma merda de um escudo antimotim. Se a FIA organizasse o Moto GP desconfio que iam também fechar a moto. Paneleiros filhos da put*!
Em mais de 65 anos de F1 nunca vi um pneu acertar um piloto, engraçado. Isto é o que faz terem deixado de obrigar os putos de 18 anos passar uns meses na tropa, aí sim aprendiam a não serem maricas.
Bem dito
Um pneu, não, mas um extintor, já, isto no que respeita à F1, porque na GP3, ou 2, o Henry Surtees levou com um em cima, e ele não era menos “gente” por não estar na F1.
E não se trata de os pilotos serem maricas. Eles são pessoas corajosas, mas isso não significa que sejam loucos ou tenham predisposição para o suicidio.
Creio que todos os pilotos podem passar a usar capacetes brancos, já que nas câmaras de televisão só vamos ver um vidro preto a tapar o piloto.
Realmente, a meter alguma coisa… Fica melhor o Aeroscreen. Mas acho que ainda podem ir mais além e fazer um cockpit ao estilo caça F-16, em bolha e completamente fechado.