Já foi uma ideia proposta no passado, ainda Bernie Ecclestone era o timoneiro da F1, e que agora volta a ser tirada da gaveta por Toto Wolff. O responsável da Mercedes considera que a F1 tem poucos lugares disponíveis para os jovens talentos e por isso o austríaco referiu que seria pertinente que as equipas adicionassem mais um carro ao seu alinhamento. Com três carros haveria mais oportunidades para jovens talentos e as equipas pequenas poderiam usar pilotos pagantes para compensar os custos adicionais, mantendo a competitividade da grelha, ao mesmo tempo que se aumentavam o número de carros e sem comprometer a qualidade.
Esta solução por um lado é interessante, olhando ao número crescente de jovens pilotos nas categorias de iniciação que não têm perspetivas de um lugar na F1, além de permitir uma grelha mais preenchida (o que não garante qualidade). Por outro lado, numa fase em que a F1 pretende cortar custos e diminuir a sua pegada de carbono, mais um carro por equipa parece ser uma medida contraproducente. Assim, desafiamos os leitores a darem a sua opinião sobre este tema. Faz sentido ter três carros por equipas, em que um fica alocado apenas a jovens pilotos? Ou esta é uma solução que não faz sentido e que nada acrescenta de positivo?












Sim, claro, metam lá 30 carros destes (tal n.º é sempre possível) – não longe dos 6 metros – na pista do Mónaco ou Zandvoort. pelo menos numa pré- qualificação.
Hipocrisia ( e fiquemos por aqui) do Wolff . Primeiro chorava porque queria poupar , agora quer um 3º carro. Mas pronto, é óbvio que tem segundas intenções por trás disto: contornar a proibição do limite de equipas a quem fornecer as PU.
Para mim não faz. Acho que era melhor ter mais equipas.
Acho que faz todo sentido, o que não faltam por aí é Mazepins com carteira recheada para comprar lugares e equipas com a corda na garganta.
o k ele quer sei eu!!as equipas fracas pôem um piloto pagante,enquanto ele rico,contrata mais um bom piloto,para ter Tres bons pilotos a testar e desenvolver o carro!Hipocrita!!
Bem visto. Além de que assim finta o budget cap, Até porque a MB fechou-lhe a torneira da Formula E – que o toto também usava para contornar as proibições regulamentares da F1- vão desmontar a barraca no fim de ´22 e depois há que ocupar os espaços deixados livres em Brixworth e não só.
Faz todo o sentido!
Eu também sou a favor dum terceiro carro… de reserva. Já têm as equipas B, já chega. A FIA que arrange mas é maneira de adoçar a boca a novos constructores. Se fizerem como eu digo em vez que andarem a brincar à macaca! A FE é eléctrica? Diz que sim. A F1 só tem que manter o tecto orçamental e liberalizar as unidades motrizes. Quem competir com um motor a jacto? Façam favor. Querem competir com uma roda de hamster? É proibido porque os hamsters 🐹também choram. Eléctricos, etanol, óleo de cozinha, híbridos, eléctricos, hidrogénio, etc. Desde que façam… Ler mais »
O que falta é surgir alguém forte o suficiente para quebrar este corporativismo idiota das equipes atuais e facilitar a entrada e sobrevivência de novas equipes, dando maiores chances a uma infinidade de talentos que são desperdiçados todos os anos por falta de vagas. Russel, mostrou que não é necessário estar numa equipe top para mostrar talento. Basta uma chance. Mesmo que algumas novas equipes estejam num patamar inferior como a Hass ou a Williams, o verdadeiro talento sempre acaba aparecendo. (Senna/Monaco/Toleman um exemplo do passado)
Se baixassem o fee de entrada para novas equipas (atual 200 Milhões USD) e deixassem com isso entrar mais 1 ou 2 equipas seria uma solução melhor, na minha opinião, porque passar a ter 30 carros na grelha ia ser complicado em algumas pistas, a não ser que na qualificação só se apurassem 24 por exemplo, mas ai as pequenas equipas, como a Hass, arriscariam andar o campeonato todo a fazer TL´s e Qualifies, enquanto Mercedes e RB teriam 3 carros na grelha. Resumindo, até pode ser uma ideia válida ,mas teria que haver ajustes nas regras, ainda assim, mais… Ler mais »
Perante a incapacidade da F1 em atrair novos constructores, diria que tendo a concordar com a ideia de três carros por equipa, embora talvez não seja exactamente o ideal. Certamente que não se desaproveitava tanto talento, para além de que mais pilotos a lutar pelas mesmas posições com carros iguais, imediatamente torna a modalidade mais interessante. Inclusivamente, abrem-se portas para talentos “presos” em equipas menos competitivas, muitas vezes impedidos de ocupar carros ganhadores por falta de espaço, se houvesse um tal terceiro carro numa Mercedes ou Ferrari, se calhar um piloto como o Alonso ainda lutava por pódios ou vitórias,… Ler mais »
Tenho saudades da BRM