Romain Grosjean teria ficado na Renault… não fossem os sucessivos ‘ses’ 

Por a 16 Março 2016 16:48

Em 2016 Romain Grosjean vai alinhar no Campeonato do Mundo de Fórmula 1 com a Haas F1 Team, equipa que se estreia na modalidade. A primeira corrida do ano acontece já no próximo fim de semana, o Grande Prémio da Austrália. Este marca o início de uma nova fase na carreira de um piloto com grande talento, mas que foi sendo desperdiçado ao volante dum carro que não foi desenvolvido por falta de meios, na Lotus. Não quis arriscar esperar pela Renault e aproveitou bem a oportunidade de rumar à Haas F1 Team, mas sabe-se agora que esteve perto de ocupar um dos lugares que hoje pertencem a Kevin Magnussen e a Jolyon Palmer, não fosse… a própria Renault.

“Tudo estava pronto para o anúncio do regresso da Renault à Fórmula 1 em maio. Isso acabou por não acontecer, então era suposto ser no final de junho e depois era suposto ser na Hungria. O anúncio seria seguramente feito na quinta-feira antes do GP da Hungria e então passou para depois da Hungria porque era o início da pausa de verão. Depois já era para ser no final da pausa de verão. Depois já era na sexta-feira do Grande Prémio de Itália e então passou para depois e depois…” Adiamentos que o fizeram decidir-se pela Haas F1 Team.

“Se o anúncio tivesse sido feito em maio eu teria ficado, porque não tinha tido quaisquer conversações com a Haas, mas depois descobri o projeto e todos os planosa e pensei que seria novamente uma oportunidade de vida. Poder estar numa nova equipa, uma equipa Americana, com aquilo que acredito ser um bom conjunto – pelo menos em termos de suspensão, motor, caixa de velocidades e apoio da parte da Ferrari”, realçou.

Ao contrário do clima de dificuldade financeira que o piloto enfrentou na Lotus, a situação na Haas é bem diferente. “A equipa tem feito um bom trabalho no monolugar, eles não se apressaram em ter um piloto pagante e não precisam de patrocinadores porque o Gene quer primeiro conseguir ter o monolugar na pista e ver do que é que ele é capaz. Conseguimos ter o financiamento para estar aqui e aqui estamos! Toda a vez que estou na pista sinto-me bem e satisfeito. É uma boa experiência”, finalizou.

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7 comentários

  1. José Gonçalves

    16 Março, 2016 at 16:59

    SE o arrependimento fizesse uma pessoa ficar verde, o Grosjean seria o Hulk 🙂 Mas vai ter sorte com o novo bólide!

  2. anotheruser

    16 Março, 2016 at 22:41

    E se tivesse hesitado, provavelmente tinha sucedido uma outra coisa qualquer…
    É típico dos obsessivos: demoram a escolher um caminho, e depois ficam sempre a pensar no caminho que não escolheram.
    E se alguém lhe dissesse que a Renault protelou a decisão só para o fazer saltar fora sem ter que rescindir ou fazer-lhe uma aldrabice?

    • Pity

      17 Março, 2016 at 16:44

      Acha que a Renault ficou melhor, com a actual dupla? Não me parece.

      • anotheruser

        17 Março, 2016 at 21:33

        Há quatro meses atrás nem sequer se tinha a certeza que a Renault ía tomar conta da Lótus, quanto mais ter um carro preparado para esta temporada.
        Nem sequer se sabia que o Maldonado iria “crashar” de uma nova forma…lol.
        Para esta época a Renault não vai precisar de melhores pilotos do que aqueles que tem.
        Acredito até que está muito bem servida com o Magnussen, já o Palmer estará a ter uma oportunidade algo merecida (e a Renault também não se quis chatear muito na procura de alternativa).

  3. Frenando_Afondo™

    17 Março, 2016 at 0:00

    É é, ele queria era um lugar trampolim para a ferrari e a HAAS saiu que nem ginjas. Não sei é se vai resultar como ele pensa, mas tudo bem.

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