Não é novidade na Fórmula 1 – todos se lembram dos motores de qualificação a meio dos anos 80 na F1 – mas a ter acontecido, é novidade nos tempos mais recentes, pois há muito não se ouve falar de 1000 cv na F1. Segundo rezam as crónicas, a Mercedes pode ter quebrado essas barreira em qualificação. A unidade motriz da Mercedes, e não só, já está acima dos 900 cv, mas diz-se agora que já estarão a ultrapassar os 1000 cv em determinados momentos das voltas de qualificação, logicamente, através de uma eletrónica de motor que o permite, no caso de um ‘power boost’.
Nada disto pode ser confirmado, já que os técnicos liderados por Andy Cowell, chefe da Mercedes AMG High Performance Powertrains nada vão dizer, pois o segredo é a alma do negócio. Contudo, fontes que estão normalmente muito bem informadas revelaram que a mais recente versão da sua unidade motriz, introduzida pela Mercedes em Spa já estará a debitar qualquer coisa como 993 cv, mas o Motorsport.com, alega que possui testes que ‘provam’ os 1000 cv, alcançados nas derradeiras voltas da Q3, altura em que os pilotos têm uma espécie de power boost que pode durar 50 segundos. Ao que parece, o botão mágico ‘vale’ 81 cv, e se assim for a Unidade Motriz debita em versão de corrida qualquer coisa como 915 cv.
Desconhecem-se os valores ao certo, mas se os valores de 993 cv se confirmarem, convém não esquecer que 162 vêm dos sistemas de recuperação de energia, MGU-H e MGU-K, o que significa que o motor de combustão interna vale 831 cv. Ainda assim, um valor fantástico para um motor 1.6 litros turbo, tendo em conta que tem limites de fluxo de combustível, de 100 Kg por hora a 10.500 rpm. O motor 1.6 litros turbo da Mercedes, em versão de corrida estará a produzir 760 cv uma valor um pouco acima do motor da Ferrari, o 061/1, isto com a Renault e Honda um pouco mais longe. O que estará a fazer a diferença é o pico disponível para os Mercedes em qualificação e provavelmente em alguns momentos das corridas…









