A continuidade de Pastor Maldonado na Fórmula 1 em 2016 pode estar em risco. O piloto tem tido um forte apoio financeiro da empresa estatal PDVSA, que tem sido decisivo ao longo do seu percurso na modalidade. A PDVSA pagava 40 milhões de euros à Lotus para ter Maldonado ao volante de um dos seus monolugares, mas um terço desse valor regressava à Venezuela em comissões diversas.
No entanto, segundo a BBC, houve recentemente um atraso no referido pagamento por parte da PDVSA, que poderá colocar em causa o seu futuro na modalidade, que agora, a confirmar-se, seria na Renault. A equipa só em fevereiro irá anunciar os seus planos e respetivo line up de pilotos para 2016, mas a situação não parece abonar a favor do venezuelano. Elementos da marca francesa já terão estado, inclusive, na Venezuela em conversações com a PDVSA. Neste sentido, Kevin Magnussen, que fez uma boa estreia em 2014 na modalidade, e que está sem vaga na Fórmula 1, é apontado como opção em caso de plano ‘b’.










