A corrida do próximo fim de semana em Monza ficara marcada pelo fim do ‘party mode’ em qualificação, já que entram em vigor regras que obrigam a que o modo de motor da qualificação e da corrida seja o mesmo. A ideia de tentar ‘travar’ o domínio duma equipa desta forma, não é nova, já foi vista em 2011, quando foi estipulada uma regra em que o modo motor usado na qualificação também tinha de ser usado na primeira parte da corrida. Só que, ao contrário do que hoje sucede, mudar o modo motor era feito com um computador portátil ligado ao carro e isso invalidava que isso fosse feito durante uma corrida, devido ao tempo que se perdia. Passaram nove anos e já nada é assim hoje em dia basta um piloto girar um botão no complexo volante para mudar os diversos mapas de motor, e a FIA quer por termo a isso. Será que vai adiantar alguma coisa? É o que vamos perceber em Itália, mas a verdade é que houve equipas a pedir à FIA mais tempo, para levarem os motores ao ‘Dyno’, e o mais estranho disso é “nesta altura do campeonato” ainda não terem todos os dados possíveis e imaginários dos seus motores.
Há quem diga que a proibição dos ‘party mode’ na Fórmula 1 tem a capacidade de abalar a ordem competitiva no Grande Prémio de Itália. Traduzindo isto, em teoria, a Mercedes vai aligeirar o seu ‘party mode’, para não ter problemas de fiabilidade em corrida, resta saber é se no equilíbrio que encontrar, vai ficar ainda com motores mais potentes em corrida.









