O antigo campeão da Fórmula 1, Mario Andretti, aprova o novo regulamento técnico da disciplina, que levará a que, em teoria, os pilotos fiquem menos dependentes do DRS para tentarem as manobras de ultrapassagem.
“Não consegui entender o porquê de alguns anos atrás, a Fórmula 1 ter decidido por carros e asas mais largas. Isso aumentou a turbulência e ficaram ainda mais dependentes do DRS. Agora estão a ir pelo caminho correto”, disse Andretti em entrevista à publicação Auto Motor und Sport. Ainda assim, Andretti não quer fazer previsões sobre se as alterações do regulamento técnico deste ano vão funcionar, mas são um progresso. “Não me atrevo a prever se isso será suficiente para os pilotos conseguirem novamente ficar perto do carro da frente nas curvas. Se fosse 30% melhor, seria um progresso”.
O campeão de 1978, com o Lotus 78 e mais tarde o 79 que eram pioneiros na utilização do efeito solo, explicou o que podem contar os pilotos do atual pelotão, que sentirão muito mais este efeito com os novos carros, através da sua experiência “Tivemos que nos adaptar. Mas não foi mais difícil. Como acontece com qualquer carro, o equilíbrio do carro tinha que ser o correto. Se estiver correto, o piloto vai o mais rápido que o carro permitir. Garanto que os novos carros de 2022 serão diferentes para os pilotos no início”.










