Juri Vips é o mais recente piloto a cair nas malhas da disciplina interna das equipas, neste caso da Red Bull, que suspendeu o seu piloto de reserva depois deste ter dito que não usava um chapéu cor-de-rosa, por ser “gay”. tudo se passou no contexto de um jogo online de ‘Call of Duty’, em directo no Twitch, quando jogava com o seu colega da Red Bull Junior Team, Liam Lawson.
Como se sabe, Juri Vips corre na Fórmula 2 pela Hitech GP, o vídeo do momento foi partilhado online, e a Red Bull Racing não demorou a atuar, emitiu uma declaração em que suspende Juri Vips de todas as funções da equipa, com efeito imediato, enquanto investiga o caso: “Como organização, condenamos qualquer tipo de abuso e temos uma política de tolerância zero no que respeita à utilização de linguagem ou comportamento racista dentro da nossa organização”.
Juri Vips já pediu publicamente desculpa, mas o mal está feito e a pressão que hoje em dia sofrem as instituições no que a este tipo de casos diz respeito, não auguram nada de bom para o piloto estónio, que pode tornar-se mais um exemplo do que é a sociedade hoje em dia.
Há dois anos, Max Verstappen teve um caso semelhante, quando chamou nos treinos livres do Grande Prémio de Portugal ‘mongolóide’ a Lance Stroll. Na altura, a organização ‘Mongol Identity’ reagiu e o embaixador da Mongólia nas Nações Unidas, escreveu uma carta a Jean Todt, na altura presidente da FIA, e à Red Bull, onde refere que Max utilizou “linguagem racista e anti-ética em público”.
E não foi a primeira vez, já que em 2017, Max Verstappen tinha chamado ‘mongolóide’ ao comissário australiano Garry Connelly.










