Da forma como a Red Bull começou a época, depressa ficou a convicção que seria os grandes favoritos em todas as corridas desta temporada, e apesar das vitórias de Carlos Sainz na Austrália e Lando Norris em Miami, pouco mudou face a essa sensação tendo em conta as circunstâncias.
Ao chegar a Imola, a Red Bull tinha algumas peças novas, mas a Ferrari também levou uma nova atualização, e a McLaren também já tinha evoluído bastante o seu carro, pelo que as três primeiras equipas estavam mais próximas do que nunca, com Max Verstappen a admitir que não estava à espera da pole position no sábado e que, na verdade, tinha como objetivo um lugar entre os cinco primeiros entre os McLaren e os Ferrari. Sabia-se que isso não era o que verdadeiramente os homens da Red Bull achavam, havia ali muito bluff, mas também se pensava que não eram “favas contadas”.
Na corrida de Imola, depois de uma primeira metade da corrida confortável do ponto de vista de Verstappen, Norris voltou a atacá-lo para proporcionar um final emocionante, com os dois a cruzarem a linha a apenas 0,7s de diferença.
Depois, Norris confirmou que a McLaren precisa agora de se habituar a lutar por vitórias todos os fins de semana, depois do passo em frente que deram.
Charles Leclerc sentiu que a Ferrari falhou na qualificação em Imola, e ele certamente representou uma ameaça para Norris na parte intermédia da corrida, com Leclerc, Norris e Verstappen todos declarando a sua impressão de que as diferenças entre os três primeiros carros estavam abaixo de 0,1s no fim de semana passado.
Isto cria a possibilidade de um fim de semana de corrida de fazer crescer água na boca, em que pelo menos três equipas terão como objetivo a vitória quando chegarem à pista, num circuito onde o piloto também pode fazer um pouco mais de diferença.











