O circuito de Paul Ricard traz este ano ainda mais imprevisibilidade a uma corrida de F1 já que não há referências anteriores quanto à possível competitividade. Claro que a correlação de forças não vai mudar muito, mas quem trabalhar melhor nos treinos livres poderá tirar daí partido na corrida e isso só se saberá no domingo.
O circuito foi construído em 1970 e, e definiu o caminho para as atuais modernas pistas de F1, com enormes zonas de escapatória, o Circuito Paul Ricard fica no (geralmente) ensolarado sul da França, entre as cidades de Toulon e Marselha. A pista foi totalmente reasfaltada antes do Grande Prémio de França e tem agora um tapete bem mais suave e aderente, semelhante ao asfalto em Barcelona.
O circuito Paul Ricard, com 5.842m, caracteriza-se por vários zonas rápidas e curvas muito longas, de onde se destaca a curva 10, conhecida como Signes, que os pilotos deverão cumprir a cerca de 290 km/h, que certamente vai colocar muita pressão no pescoço dos pilotos durante a corrida, devido às forças G, de curvar a essas velocidades.
A pista contava anteriormente com uma reta de 1,7 km, conhecido como ‘Mistral’, mas tal como o Mulsanne em Le Mans, foi colocada uma chicane, porque hoje em dia a segurança fala mais alto que o espetáculo da velocidade estonteante.
Se é de opinião que as escapatórias de Paul Ricard são um convite ao erro sem consequências, então fique a saber que aquelas famosas listas azuis são feitas de um material que é terrível para os pneus. É muito abrasivo, e ninguém vai querer demorar muito tempo por lá.





















