Era um dos assunto mais falados assim que se soube que o GP de França vai regressar em 2018 a Paul Ricard. Quem questionou se os F1 iriam realizar toda a reta Mistral, a resposta é não, já que vão utilizar a chicane norte, fazendo uma esquerda/direita, reentrando no que resta da reta até Signes.
Paul Ricard tem contrato para receber a F1 por cinco anos, mas tendo em contas as inúmeras versões que a pista do sul de França pode ter, os adeptos da F1 ficaram a saber que vai haver uma quebra de ritmo a meio da longa reta, adicionando assim um ponto possível de ultrapassagem na pista, uma vez que a reta feita na totalidade, é interessante, sim senhor, mas a curva de Signes, no final da Mistral, não é muito boa para ultrapassar, pois não há uma travagem forte, e a dupla direita de Beausset, logo a seguir, dificilmente permite ultrapassagens, pelo menos em teoria.
Ironicamente, esta é a única versão que cumpre todos os itens necessários ao FIA Grade 1, que todas as pistas para a F1 têm que ter. Portanto, esqueça o que se via no passado com os F1 a chegarem a Signes a velocidades loucas.










