Fernando Alonso não começou a época como no ano passado nesta mesma pista, quando foi ao pódio, mas mesmo saindo da sexta posição, já se calculava que a Aston Martin não tivesse ritmo para as quatro equipas que ficaram à sua frente, Red Bull, Ferrari, Mercedes e McLaren, e assim foi. O espanhol caiu de sexto para nono e o seu colega de equipa, fez percurso a partir do fim da grelha, terminando em 10º
Alonso teve uma estratégia diferente, parou bem mais tarde que os adversários diretos, esperando por um safety car que nunca apareceu. Como se percebe, a Aston Martin começa o ano atrás da McLaren, Ferrari, Mercedes e Red Bull e tem muito trabalho pela frente se querem continuar a crescer como equipa: “Temos que melhorar. Penso que a volta de ontem foi um pouco excecional e colocou-nos numa situação em que não era realista e de certa forma, hoje vimos a realidade. Foi uma corrida difícil, a simulação já nos dizia que éramos a quinta força, por isso em condições normais lutaríamos por um nono e um décimo e isso foi cumprido. Estamos mais ou menos como estávamos em Abu Dhabi. Por isso, mantivemo-nos como terminámos em 2023 e agora é um longo campeonato em que temos de ultrapassar este défice e tentar ser a melhor equipa.
Portanto, sim, vêm aí semanas muito interessantes. Acho que é uma corrida de desenvolvimento, para ver se conseguimos apanhar as equipas da frente. O ano passado começámos com uma linha de base muito boa e não fomos fortes como equipa para acompanhar o progresso que as equipas de topo fizeram ao longo da época. Este ano, queremos mudar isso. Queremos ser uma equipa de topo, também fora da pista e na corrida de desenvolvimento. E agora vamos ver o que conseguimos fazer”, disse.
FOTO MPSA/Phillipe Nanchino








