Havia muitas dúvidas do que seria capaz de fazer a Alpine em corrida. Pierre Gasly mostrou do que o A523 é capaz, enquanto Esteban Ocon colecionou uma série de erros, com ajuda da sua equipa, que acabou com a sua desistência da corrida do GP do Bahrein.
As coisas começaram a correr mal para o piloto no carro #31 ainda na grelha de partida, quando colocou-o fora de sítio e foi penalizado em cinco segundos. Na altura em que recebeu a informação da penalização, Ocon já tinha perdido a posição pontuável que trazia da qualificação. Quando parou, para cumprir a penalização e trocar de pneus, os mecânicos não esperaram os cinco segundos o que fez o Colégio de Comissários somarem mais 5 segundos à penalização inicial. Ainda para mais, o francês foi novamente penalizado por exceder o limite de velocidade no pitlane…tendo depois desistido. Foram muitos erros cometidos, tanto pelo piloto como pela equipa. As margens são tão curtas que nada disto pode acontecer.
Numa situação má está a McLaren. Problemas em ambos os carros e quase por milagre conseguem terminar a corrida ainda com um deles em pista. Oscar Piastri queria ter começado a sua carreira na F1 de outra forma, com certeza, enquanto Lando Norris parece cada vez mais frustrado. Além dos problemas, a falta de ritmo é notória e como acontece na Mercedes, a equipa tem de fazer uma análise profunda ao que foi o seu trabalho no inverno e chegar a conclusões. Um início de temporada ainda pior do que em 2022…
A Haas acabou por ser uma das maiores desilusões da corrida inaugural. Nem com estratégias alternativas num monolugar que se mostrou rápido em todas as sessões. A primeira deceção foi sofrida ontem na qualificação, mas hoje ficaram afastados dos pontos. Com certeza Günther Steiner não pode dizer que foi dos pilotos.










