George Russell considera que ainda é “muito cedo para dizer” como está o ritmo de corrida em séries longas de voltas do lado da Mercedes, embora tenha sugerido que a Red Bull tem a vantagem nesta área. “Com certeza Max [Verstappen] é o mais rápido, Checo [Sergio Perez] não está muito atrás. Mas é difícil de seguir neste momento. Os carros estão a tornar-se cada vez mais difíceis de seguir à medida que os anos avançam e acho que vai ser equilibrado, como vimos no Bahrein. A Ferrari e a Aston parecem ser, provavelmente, as nossas maiores ameaças e rivais neste momento.”
Além do incidente entre Hamilton e Sargeant, houve outras ocasiões em que o tráfego provou ser um problema durante as sessões de treinos de quinta-feira, algo que Russell também deu sua opinião: “É sempre difícil em Jeddah. Não se pode ter tudo”, admitiu. “É um dos melhores circuitos para pilotar, tão emocionante, mas não se pode ver. Por isso, é definitivamente um desafio.
“A FIA, no início do ano, introduziu algo no nosso volante para nos mostrar o carro da frente e o carro de trás e as distâncias, o que foi uma verdadeira melhoria. Mas o problema é que, se tivermos dois carros atrás numa volta lenta e um carro a 200 km/h dez segundos atrás e ele passar por nós, penso que foi o que aconteceu com o Lewis e o Sargeant, temos um carro atrás e o ecrã indica o piloto direto que está atrás, mas não sabemos quem está três ou quatro carros atrás dele numa volta de ataque.
“Mas é definitivamente uma melhoria real em termos de segurança nesse aspeto.”








