GP Abu Dhabi: Max Verstappen é campeão do mundo de Fórmula 1
Max Verstappen é campeão do mundo de Fórmula 1 depois de vencer o GP de Abu Dhabi com um final dramático e que irá adensar a controvérsia que marcou o ano. Lewis Hamilton perdeu a corrida na volta final, depois de um período de Safety Car e de ter sido ultrapassado por Verstappen. Carlos Sainz terminou a corrida no terceiro lugar.
A Mercedes conquistou o título entre os construtores.
Filme da corrida:
Lewis Hamilton largou melhor que Max Verstappen e passou a liderar a corrida sem incidentes na frente do pelotão. Mais atrás, Lando Norris que seguiu na traseira de Verstappen, foi apanhado por Sergio Perez e ultrapassado, perdendo inclusive, a posição para Carlos Sainz, depois de ter ido por fora dos limites da pista.
Na curva 7, após a reta interior, Verstappen tentou ultrapassar Hamilton, numa manobra que levou quase ao contacto entre ambos, com o britânico a sair pelo escapatória. O episódio levou a Red Bull a pedir ao diretor de corrida que Hamiton tinha que devolver a posição, já que o neerlandês estava lado a lado com o adversário e ficou entre as linhas brancas da pista. A resposta de Michael Masi foi que foi pedido à Mercedes para que o seu piloto devolver a vantagem ganha pela saída de pista e adiantou que Hamilton fez o suficiente, recolocando o avanço na mesma distância que estava antes do acidente. A Red Bull continuou a não considerar suficiente, mas não foi aberta investigação ao incidente.
Passado esses primeiros momentos mais renhidos, Hamilton começou a “cavar” grande vantagem sobre Verstappen, enquanto Sebastian Vettel ultrapassava Lance Stroll pelo 14º posto,
Com 12 voltas volvidas, Hamilton tinha mais de 4 segundos de vantagem sobre o seu adversário, que sofria com o desgaste dos pneus macios. Na volta 14, o neerlandês parou para se livrar dos pneus macios e saiu na frente de Charles Leclerc, no 5º posto, levando a que o monegasco se distraiu e teve de sair pela escapatória, perdendo o posto para Yuki Tsunoda.
Com pneus frescos, Verstappen passou facilmente Norris, enquanto Hamilton também parou e a Red Bull manteve Sergio Perez em pista, herdando a liderança. Verstappen ficou durante algum tempo atrás de Sainz e com o ar sujo vindo do Ferrari, teve uma pequena saída de pista e tempo perdido. Apenas na volta 18 é que Verstappen ultrapassou Sainz, estando a mais de 8.5s de Hamilton, que ainda era segundo atrás de Perez.
Quando Hamilton se aproximou de Perez, o mexicano fez de tudo para atrasar o britânico e com uma bela luta entre os dois, Verstappen ficou a apenas 1.7s do seu rival pelo título. Um bom esforço de Perez, que parou na volta seguinte.
A última corrida de Kimi Raikkonen não foi como merecia um piloto do calibre do finlandês, que depois de ficar sem travões, saiu de pista e bateu nas proteções do traçado, danificando a asa dianteira. O piloto regressou às boxes e abandonou a prova. O mesmo teve de fazer George Russell, que ficou sem potência no Williams.
Na volta 37, Antonio Giovinazzi ficou parado fora de pista com problemas hidráulicos no Alfa Romeo levando a um período de Virtual Safety Car. Com o VSC em vigor, a Mercedes preferiu não chamar Lewis Hamilton, por causa do risco de perder posição em pista, enquanto a Red Bull chamou os dois pilotos. Verstappen teria pneus duros novos para o resto da corrida e Hamilton os mesmos pneus. Uma decisão que podia pender para qualquer lado.
Lewis Hamilton apanhou um mini pelotão de carros que estavam na luta pelo 10º posto e isso atrasou o britânico, levando a que a diferença que chegou a ser de 14s, a 10 voltas do fim fosse menos de 11s. Depois de ultrapassar os carros atrasados, que ainda levou algumas voltas, Hamilton recebeu informações da box para ter cuidado com os pneus, depois de Lando Norris ter sofrido um furo lento.
A seis voltas do fim, era a vez de Max Verstappen apanhar os 5 carros que seguiam juntos em pista, mas nessa mesma altura, NIcholas Latifi bateu e ficou com o carro destruído em pista, o grande momento da corrida.
O Safety Car foi obrigado a entrar em pista e os dois Red Bull entraram na box para trocar de pneus, para os mais rápidos disponíveis, enquanto a Mercedes mantinha Lewis Hamilton em pista. Sergio Perez teve de abandonar a corrida neste período.
A controvérsia adensou-se, depois da direção de corrida ter anunciado que os carros retardatários não podiam ultrapassar o SC, como acontece quase sempre, mas não obrigatoriamente. Pouco depois, Christian Horner perguntou a Michael Masi o porquê desta decisão, ao que o diretor de corrida pediu para esperar… e a decisão foi alterada, com os 4 carros que seguiam Hamilton e estavam à frente de Verstappen a poderem ultrapassar o SC. Assim, Verstappen tinha pneus macios e mais rápidos para apenas uma volta, logo atrás de Lewis Hamilton, com pneus duros e bastante usados.
Na gancho antes da entrada da reta interior, Verstappen colocou-se ao lado de Hamilton e conseguiu ultrapassar o britânico que tinha liderado quase toda a corrida. Ainda tentou responder, mas não conseguiu.
A corrida terminou, com Verstappen a passar em primeiro na linha de meta e a festejar o seu primeiro título mundial na Fórmula 1.

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Pity
12 Dezembro, 2021 at 17:20
Vamos então analisar a corrida:
Acho que não podíamos esperar melhor. Um título decidido na última volta é tudo o que um verdadeiro amante de F1 quer ver, mesmo que tenha sido o “outro” a vencer. Sim, gostaria que tivesse sido o Hamilton a vencer, “despachava” já a questão do oitavo título, mas o Verstappen mereceu o título. Durante o ano, ambos cometeram erros, nenhum foi perfeito, mas hoje estiveram no seu melhor, um a atacar, o outro a defender. Não creio que a Mercedes tenha errado ao não parar Hamilton aquando do VSC, teria sido a opção certa se o Latifi não se tivesse espetado, mas erros e SC fazem parte das corridas e Verstappen ficou com a faca e o queijo na mão. Espero, sinceramente, que o protesto da Mercedes não altere o resultado. Como já disse noutro artigo, nenhum dos dois pilotos merece uma decisão na secretaria, espero sim, que sirva para mudar o director de corrida, para que, no próximo ano, não voltemos a assistir a “caldinhos à la Masi”.
Mas a corrida não viveu só de Hamilton e Verstappen. Sainz coroou uma excelente época com um pódio e o 5º lugar no campeonato, Tsunoda fez a sua melhor corrida, Gasly e Alonso, com uma estratégia alternativa, a beneficiarem do VSC e a recuperarem vários lugares. E não se pode esquecer a bela luta entre Hamilton e Perez, dura, mas sempre dentro dos limites de pista.
Para terminar, bonito o cumprimento entre os dois rivais e, também, entre os respectivos pais.
Luis Fideles
12 Dezembro, 2021 at 21:18
Concordo plenamente. Tenho pena de não poderem ser ambos campeões do mundo.
Assim os campeões fomos nós que beneficiámos desta época fenomenal.
E por favor deixem-se de guerras “à la futebol”, quem gosta de automóveis sabe apeciar o que aqui se passou e reconhecer que foi divinal da parte de ambos …
Venha a próxima época, que a Ferrari e a McLaren se cheguem à frente em 2022, que o WRC readquira a vitalidade de há 4 anos e que haja saúde para todos nós vermos e apreciarmos mais coisas deste calibre.
Lagafe
13 Dezembro, 2021 at 17:01
Se o Hamilton para no VSC teria pneus para lutar no fim. Fico com a ideia que o Hamilton abriu demasiado ao porta ao Max na luta final mas admito que tenha a ver com o desgaste dos pneus. A Mercedes foi demasiado conservadora.
Se é a componente de espetáculo que devemos maximizar talvez não fosse má ideia voltar a ter largadas em lugar do Safety Car.
Ricfil
12 Dezembro, 2021 at 17:48
Conforme calendário, teminou a palhaçada. Não sem antes mais uma manobra à La Max “cry baby” Verstappen, que ainda se acha no direito de dizer que o inglês devia ceder a posição (segundo este, momento que usou para “ficar na primeira posição”) porque foi para lá enviado mais uma vez pelo tipo que não usa os travões..
Um campeonato decidido nos comissários quando não devia e decidido na pista quando não devia.
Um campeonato ganho por um puto mimado que só sabe conduzir de uma forma – à lá “carrinhos de choque”. Que várias vezes atirou literalmente o seu adversário direto para fora de pista com consequências nulas (ou com brandas penalizações que levaram ao mesmo efeito) e que assim – bem de fininho – foi campeão.
Um campeão feito à medida desta palhaçada de empresa – uma FIA perdida na desordem. E ainda existe quem ache que é um justo campeão.
Ficam as atitudes de ambos os pilotos durante toda a época – que mostram o caracter bem diverso de ambos. Um “campeão” feito com manobras sujas, porcas e muitas das vezes bem mal intencionadas. Pior ainda fica a federação que não tem mão nas decisões que toma, abrindo esta época imensos precedentes. Li aqui comentarem que mesmo que a Mercedes tenha razão na questão do safety car não foi por isto que o Hamilton perdeu o campeonato. Ora, a questão é mesmo essa. É que independentemente dos “ifs and buts” a FIA abriu este ano um precedente ridiculo no quesito gestão do que se pode ou não fazer. Existem regras que devem ser para cumprir. Por TODOS. Com igual conta, peso e medida. E, pelo que parece, pode-se mesmo quase tudo (incluindo subir para cima de um adversário para o impedir de uma vitória certa) sem que a devida penalização lhe seja imputada (sendo que alguns chegam a comparar este incidente com o de Silverstone). Andamos todos a ver corridas distintas…
Terminou a palhaçada sem dúvida.
De um lado temos um segundo calssificado cheio de carácter em pista e fora dela. Temos ainda um campeão sujo, porco e malicioso em pista e mal educado fora dela (incluindo para com as “decisões da “Federação”).
Que continua para o ano. Os outros pilotos que se preparem. Uns teste valentes nos carrinhos de choque serão bem necessários. Ou então um piloto que “os tenha no sítio” para colocar de uma vez por todas este menino mimado na ordem. É que da FIA não esperem nada. Com um director que faz as figuras que este fez no último GP – após todas aquelas manobras do “mesmo do costume”, não se espera mais nada.
É a fórmula 1 que temos para as “crianÇas” do século XXI assistirem. As que gostam de assistir a corridas tipo carrinhos de choque – onde o que mais estragos faz é considerado o “rei da goiabada”.
Para o ano temos mais.
Saudações.
José Pereira
12 Dezembro, 2021 at 18:59
Incha melão
Ricfil
12 Dezembro, 2021 at 20:34
Exemplo perfeito de uma das “crianças” que menciono acima.
Comentário produtivo e deveras importante para a discussão. Adeptos da “bola” e do “futebol da esquina” misturam-se aqui.
Escrever mais do que duas palavras fica complicado. Compreendo.
Tenha uma boa noite.
Daniel Sousa
12 Dezembro, 2021 at 18:19
Um ano de extremos, do melhor e do pior. Da melhor pilotagem e das piores personalidades. Das piores tomadas de decisão que já vi numa direção de corrida em mais de 30 anos. Talvez tenha assistido este ano às duas piores decisões que me lembro: SPA e a ridícula gestão de corrida de hoje. Pior ano do Bono, Lambiase é mais astuto, menos rígido, mais rápido a pensar. Deu muitos pontos ao Verstappen. Devia-se falar mais dele. Esteve imaculado em quase todas as situações, e hoje novamente.
Hamilton Inacreditável desempenho quase todo o ano e principalmente nas últimas 4 corridas. Podia ter evitado Silverstone, mas comparando ao que lhe foi feito, tem que se dar de barato. Fiquei muito surpreso com o ritmo de corrida hoje. Hoje assistimos a um passeio de domingo por parte do Hamilton, que era tudo menos esperado. A Mercedes superiozou-se, e de que maneira, a partir do Brasil.
Verstappen é um excelente piloto mas se formos mesmo racionais o justo vencedor seria Lewis Hamilton. Mantém uma forma invejável, é cerebral, experiente e mantém a rapidez. Grande arranque, grande corrida. Fuzilou com tudo hoje e ainda lá teve que lidar com mais um ataque para la das regras que pagou com a mesma moeda. Errou o Masi, devia ter seguido o regulamento e penalizado os dois. Mas já sabemos, o espetáculo é o mais importante. O marketing é mais importante. Isto já não é novo. Foi todo o ano assim. Já desde o Bahrain que o espetáculo manda mais que o regulamento. Contudo, primeira volta, primeira curva, um exagera, o outro exagera, ninguém se tocou, sigamos em frente, aceita-se, principalmente porque quem estava em primeiro na curva 1, continuou em primeiro. Justo.
O Verstappen é um piloto muito bom, muito bom, mas este ano ainda não seria o dele. Teve alguns azares, Baku e Hungaroring, e cometeu vários erros, incluindo hoje, em Paul Ricard, etc, e fez muito bulying. Verdadeira intimidação de quem está no poder. No poder dos pontos. Esses mesmos que vieram de SPA e foram determinantes na abordagem destemida, também chamada de, sem nada a perder. Vejo também muitos fãs de F1 a fazer o mesmo, a insultar, a serem agressivos, porque será…
Inacreditável a posição difícil em que Latify colocou o Masi no fim de prova. E o Masi, com todas as forças externas que sabemos que tem, la voltou a anunciar decisões não regulamentadas e escandalosas. Nenhuma equipa, nenhum piloto, ninguém da F1, merece isto. Não estou certo de que o Masi seja incompetente. Acho-o mole. Acho que para o ano vão lá por outro mole. E porquê? Porque a F1 é um desporto e um espetáculo de entretenimento em simulataneo.
Venham os carros novos em 2022. Venha a Mclaren e a Ferrari cá para cima. Vai ser bonito, mas espero que mais justo.
manuel-jgswissoptigmail-com
12 Dezembro, 2021 at 18:25
Em 2 palavras. CHU PA
N M
12 Dezembro, 2021 at 18:45
Não sou fã de LH nem de MV, tal como muitos que aqui escrevem. Muitos de nós preocupam-se como fica a corrida do Norris, do Leclerc, do Alonso, etc. Ora se houve uma nova partida após intervenção do SC, têm de estar reunidas condições para todos, a corrida nao contempla apenas 2 pilotos! Havendo apenas uma volta sem SC como foi possivel o Norris ficar a mais de 50 seg do Bottas? Norris e todos os outros! Significa que nao estavam reunidas condições semelhantes para todos partirem de acordo com as regras. Muito mal, a direcção de corrida errou, ficou na duvida e decidiu que a corrida, apenas para os 2 primeiros, seria válida. Ao tomar esta atitude abriu a porta para protesto da Mercedes e a possibilidade do resultado ficar manchado com uma decisao na secretária.
José Pereira
12 Dezembro, 2021 at 18:58
Parabéns ao Max, campeão justo
lm-machadocontagmail-com
12 Dezembro, 2021 at 19:01
Como dizia um grande senhor do desporto a todos os que só sabem criticar e deitar abaixo: “que la chupen y que la sigan chupando”
Leonardo Lewenhart
12 Dezembro, 2021 at 19:49
Com um final de época com tudo para ser dos mais emocionantes de sempre, culminando uma época muito renhida e disputada entre os dois candidatos ao titulo, tivemos um final infeliz devido a um diretor de prova que provou uma vez mais não ter qualidade para o cargo que exerce.
Como amante deste desporto e de corridas fiquei muito desiludido com a forma como Masi geriu este final de prova. Bandeiras vermelhas logo após o acidente de Latifi e possibilidade de um recomeço a 4 voltas do final onde ambos os candidatos teriam pneus macios em semelhante condição seria o final justo e apropriado para esta época fantástica que tivemos o prazer de assistir. Max Verstappen é um enorme talento e foi fenomenal principalmente em qualificação. Lewis Hamilton teve corridas brilhantes, sendo Brasil talvez a melhor de todas esta época e brindaram nos com lutas emocionantes. Max talvez foi agressivo demais algumas vezes mas é por essa caracteristica destemida que é emocionante assistir a sua condução.
Hoje não há dúvidas que Hamilton esteve imparável e merecia pelo menos uma luta mais justa do que a que teve no final.
A Mercedes poderia sim ter mandado Hamilton parar para trocar de pneus durante o safety car, mas penso que consideraram que as regras teriam sempre de ser cumpridas, ou seja, ou não iriam mandar ultrapassar qualquer dos pilotos retardatários e tinham esse “escudo” para segurar Verstappen na última volta, ou então iriam mandar todos os retardatários passar e nesse caso a corrida terminava inevitávelmente com safety car em pista, algo que eu pessoalmente detestaria. Escolher um meio termo e mandar apenas os pilotos que se encontravam entre Hamilton e Verstappen ultrapassar o safety car foi algo surreal e penso que jamais visto numa corrida de F1. Foi sem dúvida a pior opção possível e é com alguma razão que a Mercedes reclama pois as regras não foram cumpridas devidamente e este protesto só vem manchar esta grande época de 2021. Hamilton vencer o titulo na secretaria é também algo desagradável para todos os fãs de F1 mas pelo que fez nesta última corrida decisiva é talvez o mais correto apesar de nada ideal para o que foi esta época fantástica.
O mais justo seria sem dúvida bandeira vermelha logo após o acidente de Latifi e permitir aos dois pilotos uma luta em pista em condições semelhantes e apenas posso imaginar o quão épicas teriam sido essas últimas 4 voltas e quem vencesse no final seria sim o justo vencedor.
AS_2021
12 Dezembro, 2021 at 19:53
nojento… o que o dinheiro faz!
tenho 61 anos e sempre fui um apaixonado pelo desporto automóvel. mas desta vez é definitivo, nunca mais vou seguir a Fórmula 1, isto é uma palhaçada!
para “selar” esta vontade vou neste momento anular a subscrição da Eleven.
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
12 Dezembro, 2021 at 20:20
E agora, que estamos na hora da refeição, aqui o “chef” sugere a grande especialidade do conhecido restaurante “afondus_facciosos”:
Bifes de cebolada com batatinhas e fiozinho de azeite.
Sobremesa: melão.
No final, cafezinho com aguardente… lágrima!
A não perder… hahahaha
Cumprimentos