Sergio Pérez fez a sua parte na perfeição. Longe da luta pelo título, conseguiu ajudar o seu colega de equipa a chegar ao desejado troféu e ainda esteve perto de conseguir ajudar a sua equipa a ganhar o título de construtores (não fosse o azar de ser obrigado a desistir), ao contrário de Valtteri Bottas que esteve arredado das lutas mais importantes do dia.
No final, Pérez admitiu que não queria interferir na luta pelo título, mas teve de defender os interesses da sua equipa:
“Primeiramente, como piloto e pessoa, não queria interferir na luta porque é a última corrida e vai definir o campeonato”, referiu Pérez. “Mas no final das contas, é a minha equipa. Hamilton tinha a corrida controlada. Ele tinha a janela [de tempo] para controlar um Safety Car ou VSC, e isso tornaria sua corrida mais fácil”, lembrou o mexicano.
“Eu estava com pneus muito gastos no final, então não havia muita coisa que eu pudesse fazer”, admitiu Pérez. “Então, só poderia tentar segurá-lo, mas conseguimos fazê-lo perder alguns segundos. Isso trouxe Max [Verstappen] para mais perto, e ele pôde desafiar [Hamilton] com a estratégia”.










Grande Pérez! Até fiquei com lágrimas nos olhos durante aquela luta, dura mas justa. Espero que para o ano tenha mais ritmo e faça a vida negra ao Max, ao Hamilton e ao Russell.
Perez a retribuir o voto de confiança que a RB lhe deu ao renovar o contrato num momento em que o seu desempenho estava longe do ideal. A RB nesse momento, mais do que
renovar um contrato, assinou um pacto de lealdade do Perez para com a equipa e agora recebeu os dividendos. É caso para perguntar, se a mercedes tivesse gerido de forma diferente a situação do Bottas não teria conseguido uma maior cooperação deste?
Perez a retribuir o voto de confiança que a RB lhe deu ao renovar o contrato num momento em que o seu desempenho estava longe do ideal. A RB nesse momento, mais do que
renovar um contrato, assinou um pacto de lealdade do Perez para com a equipa e agora recebeu os dividendos. É caso para perguntar, se a mercedes tivesse gerido de forma diferente a situação do Bottas não teria conseguido uma maior cooperação deste?
Já agora, qual foi o motivo do abandono do checo ?
O Pérez passou a época a fazer pequenos sacrifícios pelo seu companheiro. Genericamente fê-los bem. Este fim de semana foi fantástico – na forma eficiente e totalmente limpa como o fez.
Na história da F1, o título de melhor 2º piloto (ou mais romanticamente Wingman) é genericamente atribuído ao François Cévert. Este ano – e hoje em particular – esse título passa a ter mais um concorrente.
Acho que não. O Pérez esteve sempre muito longe para ajudar o Verstappen. Hoje conseguiu. E foi bem precioso. E não fez nada de errado, fez o que tinha a fazer. Mas o Pérez, tal como o Bottas, andaram uns décimos por volta abaixo do que deveriam. A corrida foi quase sempre a dois.
Hoje (e ontem); em Portugal; em Baku; nos EUA… foram inúmeras as vezes que a táctica do Pérez foi alterada para ajudar o Max e/ou segurar o Hamilton. Em Baku acabou por ter uma sorte do caraças, que até herdou a vitória, mas tinha feito um trabalho notável de protecção. A RB nunca se eximiu de dar uns toques na estratégia do Pérez para o seus fins – e fê-lo muito bem. Mas claro que a comparação com o Cévert é um exagero de estilo. O Cévert seria um futuro campeão, que estava a aprender com o ‘chefe’, com a… Ler mais »
Esteve longe e sempre com estratégia condicionada. A grande qualidade do Perez sempre foi esticar a duração dos pneus e a Red Bull raramente (senão nunca) permitiu esse tipo de estratégia.
Grande Perez, fez muito mais do que se esperava dele ou de qualquer outro (excluíndo Aloso claro). Valteri Bottas devia pôr os olhos naquilo que o mexicano fez, para perceber de uma vez onde é que falhou ao longo de todos estes anos na F1, principalmente na Mercedes, a grande oportunidade da sua vida para mostrar que merecia melhor que estar na Williams ou na Sauber Alfa Romeo (Paz á alma da sua carreira). Perez, um piloto que há 14 meses atrás estava para sempre fora da F1, mas que este ano venceu uma corrida e foi determinante para o… Ler mais »
Fez o que era suposto fazer.
Nada mais, nada menos.
Grande luta dentro das regras.
E quem ganha o titulo de Wingam é .. “Chanco Pérez”
No início da temporada, apostava que a Red Bull conquistaria o título de construtores (e Hamilton o de pilotos), porque confiava mais em Perez do que em Bottas. Afinal, saiu ao contrário, Perez fez uma temporada muito abaixo do que eu esperava, mas hoje, Perez foi decisivo, com os quase seis segundos que “roubou” a Hamilton, numa luta de tirar o fôlego. Este é o verdadeiro Perez.
hahahaha que giro, quando o Bottas fez isto foi chamado de tudo e mais alguma coisa, o Pérez fez exactamente o mesmo papel, até de maneira mais gritante e directa e dizem “que grande Pérez!”.
Foi um excelente wingman/aguadeiro/mordomo/escudeiro. Não sei bem proque o pessoal tem medo de lhe chamar o mesmo que andaram a acusar o Bottas de ser. Se calhar têm medo que isso retire mérito ao título de Verstappen como andaram a fazer crer desde 2017…? hahahaha