Apesar do acordo com as 10 equipas ter sido alcançado, o novo Pacto da Concórdia continua a ter ‘exceções’ e um deles é que a Ferrari mantém o seu direito de veto sobre os regulamentos de F1, bem como um bónus que pretende refletir a sua longa história no Mundial de F1, que como se sabe remonta 1950, primeiro ano da competição, que fez este ano 70 anos.
Os quatro fabricantes de motores também irão receber um valor pelo facto de fornecerem motores e por isso, terem um papel forte no que é a F1 de hoje. Embora, como sempre, não se saibam os detalhes do acordo – só por uma vez na história da F1 um acordo foi tornado público, em 2005 e o acordo era o de 1997.
Basicamente, e como sempre, todos (entenda-se as equipas maiores) tiveram que fazer cedências por uma bem maior, e apesar de ser difícil notar grandes diferenças a curto e mesmo a médio prazo, a verdade é que, em teoria o acordo permite mais equidade e isso vai refletir-se, mais cedo ou mais tarde. Recebendo mais dinheiro, as equipas do meio do pelotão vão ter mais estabilidade e isso permite que as equipas se possam aproximar mais da frente. Resta saber se as regras vão ser bem implementadas.











