A última semana na Haas tem sido problemática. Face à invasão militar russa na Ucrânia a equipa decidiu rescindir o contrato do piloto russo Nikita Mazepin, assim como terminar a relação com o patrocinador principal, a empresa russa Uralkali. Antes de terem tomado uma decisão definitiva retiraram o logótipo do patrocinador do monolugar durante os testes de Barcelona.
O facto de ter de escolher e contratar um novo piloto muito perto da época começar, pode afetar a estrutura a nível desportivo. O outro piloto da equipa, Mick Schumacher, disse em entrevista ao “Bild am Sonntag” que a melhor palavra que define os últimos dias da Haas é “turbulência”, mas “tentamos manter o foco nas corridas. Claro, isso não foi nada fácil com todos os terríveis acontecimentos na Ucrânia”.
Na época de estreia de Schumacher, a equipa decidiu apostar forte no desenvolvimento do monolugar de 2022, tendo sido uma época de maus desempenhos. E quando está prestes a iniciar a sua segunda época na Fórmula 1, a equipa vê-se envolvida nesta questão, mas o piloto alemão diz não estar arrependido de ter ficado na Haas.
“Não, de maneira nenhuma”, respondeu Schumacher quando o questionaram se estava arrependido. “Sou feliz aqui e dou-me bem com toda a gente. Isso não é uma coisa natural. É ótimo que, como piloto que está apenas no seu segundo ano, tenha uma influência tão grande no desenvolvimento e afinação do carro”.
Sobre os objetivos para esta época, o piloto da Haas explicou que “até agora não tenho nada definido para esta temporada. Teremos que esperar e ver se sou rápido a adaptar-me ao carro. Após os segundos testes, devo ter uma ideia bastante clara do que está reservado para esta temporada”.









